O melhor da loja de Roland Garros

Demorei quase 10 dias, mas enfim entrei na loja de Roland Garros. Já tinha visto, nos quiosques espalhados pelo complexo algumas peças lindas, como a blusa de bolinhas coloridas e estava curiosa para ver o que a Boutique tinha de novidades. Sem dúvida, de todas as lojas de Grand Slam, a de Paris, capital mundial da moda, é a que mais tem roupas e acessórios que podemos usar no dia-a-dia, não apenas para fazer esporte.

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Para comemorar os 100 anos da travessia de Roland Garros pelo mediterrâneo, diversos lugares do complexo estão estampados com imagens do aviador que deu o nome ao Grand Slam francês, inclusive a lojinha. Como sempre, as toalhas são a primeira coisa que aparecem, logo na entrada da loja. Rosa, amarela, azul, grande, pequena, com bolsinha, sem bolsinha e com preços variando entre 30 e 75 euros.

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Depois, vem as camisetas masculinas. A de Roland Garros, com o pôster de 2013 de David Nash, sai por 29 euros.

A coleção feminina aparece logo em seguida. Completa, com blusas, saias, casaquinhos, calças, tudo com muita cor de saibro e um rosa e roxo lindos.

Se estivesse focada nas compras, a blusinha que mencionei acima com bolinhas de tênis (37 euros) coloridas seria a minha escolha e talvez o casaquinho cor de saibro(65 euros).

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A coleção masculina, com agasalhos e polos (55 a 60 euros) não me surpreendeu. Cores e design não mudaram muito dos últimos anos.

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Para deixar a loja com mais espaço, tiraram a estante onde ficavam os bones (18 euros) e colocaram em cima do local dos agasalhos. Sempre lindos, ficaram um pouco perdidos no meio de tanta roupa.

A linha infantil este ano arrasou. Azul para os meninos e rosa, roxo e laranja claro para as meninas. O kit com camisa polo, bichinho de pelúcia e bolsinha era o que eu teria escolhido de presente para uma criança (45 euros).

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Depois de passar pelas roupas, vem a parte dos produtos com a marca Roland Garros.

Xícaras (15 a 18 euros, sacolas (15 euros – acho que o meu objeto favorito de toda a loja), chaveiros (10 a 18 euros), bloquinhos (10 euros), réplicas de pedaços da quadra (70 euros) como a que o Guga ganhou, enorme, em 2008, na despedida, chaveiros com saibro de Roland Garros (25 euros), lenços, entre outros. A vontade é de levar tudo.

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Mas, nota-se que não é só no Brasil que há inflação. Os preços da lojinha subiram e muito. Não que ela fosse barata. Mas, o que há de mais em conta para se adquirir em Roland Garros são 2 lápis por 5 euros. Um par de meias curtas estava saindo por 12 euros.

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Antes de sair com as taças de champagne encomendadas, perto do caixa, vi talvez uma das coisas mais legais da loja. Uma sessão dedicada ao aviador Roland Garros. Uma replica do capacete que ele usou estava à venda por 300 euros, lindas camisetas com o avião e com a imagem da Amelia Earhart, a primeira mulher a atravessar o oceano atlântico sozinha, fazem um presente diferente e histórico. adidas roland garros

Mas, se Tsonga continuar ganhando e fazendo os franceses sonharem com um título em Roland Garros, a sua blusa adidas, com logo de Roland Garros, deverá ser a mais procurada por aqui.

Diana Gabanyi

 

Roland Garros: Nadal passa por Wawrinka e encontra Djokovic na semi

Os últimos semifinalistas da chave masculina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, foram conhecidos nesta quarta-feira, depois da realização dos últimos dois jogos das quartas de final.

O espanhol Rafael Nadal, heptacampeão do torneio, não teve trabalho com o suíço Stanislas Wawrinka e venceu em três sets, com parciais de 6/2 6/3 e 6/1.

Na semifinal, que será disputada na sexta-feira, ele vai enfrentar o sérvio Novak Djokovic, que também precisou de apenas três sets para superar o alemão Tommy Haas, com parciais de 6/3 7/6(5) 7/5.

Em Roland Garros, os dois já se enfrentaram 3 vezes: 2006, 2007 e na final do ano passado. Nadal ficou com a vitória nas três oportunidades.

A outra semifinal será entre o francês Jo-Wilfried Tsonga, que superou Roger Federer na terça, e o espanhol David Ferrer, que também na terça venceu o compatriota Tommy Robredo e agora busca a primeira final de Grand Slam da sua carreira.

Foto: Cynthia Lum

Roland Garros: Sharapova vira sobre Jankovic e está na semi. Azarenka também vence

Estão definidas as semifinais da chave feminina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris.

Nesta quarta-feira, a russa Maria Sharapova, atual campeã da competição, passou pelo seu momento de maior dificuldade no torneio e precisou virar contra a sérvia Jelena Jankovic para garantir a sua vaga.

A sérvia atropelou Sharapova no primeiro set, anotando 6/0, mas a vice-líder do ranking conseguiu reagir, fechando os sets seguintes por 6/4 e 6/3.

A adversária de Sharapova será a bielorrussa Victoria Azarenka, que bateu a russa Maria Kirilenko em sets diretos, com parciais 7/6(3) e 6/2.

Esse já é o melhor resultado de Azarenka no Grand Slam francês. Em 2009 e 2011, ela parou nas quartas.

A outra finalista da competição será definida no confronto entre a norte-americana Serena Williams, nº 1 do mundo, e a italiana Sara Errani, vice-campeã no ano passado.

As duas semifinais serão disputadas nesta quinta-feira e a grande final está marcada para o sábado.

Foto: Cynthia Lum

Soares e Peya vencem e estão na semi de Roland Garros

O mineiro Bruno Soares e o austríaco Alexander Peya garantiram, nesta quarta-feira, uma vaga na semifinal da chave de duplas de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro parisiense.

Eles enfrentaram a dupla formada pelos poloneses Mariusz Fyrstenberg e Marcin Matkowski, que venceram o primeiro set por 6/1.

Soares e Peya se recuperaram, venceram a segunda parcial por 6/4 e venciam o terceiro set por 3/1 quando contaram com a desistência dos adversários, depois de Fyrstenberg sentir uma lesão.

Na semifinal, que será disputada nesta quinta, eles enfrentarão os irmãos Bob e Mike Bryan, que passaram pelos espanhóis David Marrero e Fernando Verdasco por 6/3 e 6/4.

Com o resultado, Bruno já iguala seu melhor resultado no Grand Slam francês. Em 2008, ele parou na semifinal, atuando ao lado do sérvio Dusan Vemic.

Melo perde na semi nas duplas mistas

Marcelo Melo e a norte-americana Liezel Huber perderam na semifinal de duplas mistas. Eles foram superados pelos tchecos Lucie Hradecka e Frantisek Cermak, com parciais de 3/6 6/2 e 10/3.

Foto: Diana Gabanyi

Bia Haddad perde nas oitavas de simples, mas vence nas duplas. Matos e Zormann vencem favoritos

Beatriz Haddad Maia, nº 33 do ranking juvenil e 405 da WTA, foi eliminada, nesta terça-feira, nas oitavas de final da chave juvenil de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro.

Ela foi superada pela suíça Belinda Bencic, cabeça de chave nº 2, com parciais de 6/3 4/6 e 6/1.

Na chave de duplas, ela e a equatoriana Domenica Gonzalez venceram mais uma partida e estão nas quartas de final. Nesta terça, elas bateram de virada a romena Ilka Csoregi e a tcheca Gabriela Pantuckova, com parciais de 5/7 6/2 e 10/6.

Nesta quarta, suas adversárias por uma vaga na semifinal serão a suíça Belinda Bencic, algoz de Bia na chave de simples, e a alemã Antonia Lottner, que formam a dupla cabeça de chave nº 1

Outra brasileira que joga nesta quarta é Carolina Meligeni Alves. Nesta terça, ela e a paraguaia Camila Giangreco Campiz venceram Katherine Ip, de Hong Kong, e a japonesa Hikari Yamamoto, com parciais de 6/1 2/6 e 10/8.

Nesta quarta, elas buscam uma vaga nas quartas contra a bielorrussa Iryna Shymanovic e a russa Alina Silich.

Meninos vencem nas duplas

Entre os meninos, Rafael Matos e Marcelo Zormann conseguiram um grande resultado nesta terça. Eles venceram o belga Clement Geens e o sérvio Nikola Milojevic, com parciais de 6/4 e 7/6(8), garantindo um lugar na segunda rodada.

Nesta quarta, eles enfrentam os russos Karen Kachanov e Roman Safiullin.

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Foto: Diana Gabanyi

Tsonga faz a França sonhar

Há 30 anos a França espera um novo campeão de Roland Garros. Este ano em especial, quando o Grand Slam francês comemora as três décadas da vitória de Yannick Noah, o assunto não saiu das manchetes desde antes do torneio começar. E agora Jo-Wilfried Tsonga está a dois jogos do Trophée des Mousquetaires.

Hoje quando cheguei em Roland Garros a ideia era escrever sobre a loja, o museu e outras coisas off court, mas com tamanha euforia e agora tão perto de fazer história, não dá para ignorar que a França toda se volta para Tsonga. Desde a entrada pela porta Marcel Bernard, de manhã, já percebi o ambiente do torneio completamente diferente dos outros dias. Dia de quartas-de-final, menos pessoas pelo complexo nas primeiras horas do dia – os jogos começavam apenas às 14h. Com partidas em poucas quadras, menos gente circulando e um zum zum zum no ar, na sala de imprensa, nas cabines de televisão, na sala dos jogadores, sobre uma possível vitória de Tsonga diante de Federer.

A imprensa toda francesa deu destaque para o número do país, como vem dando há muito tempo. Outro dia, conversando com o pessoal da ATP, no Centre de Presse, vi um monte de jornalistas chegando que nunca havia visto e perguntei quem eram. A imprensa francesa para a coletiva de Tsonga. A imprensa francesa não especializada, de notícias diárias, até não esportivas, esperando por uma nova glória em Porte D’Auteil.

O ambiente na quadra estava eletrizante, ou melhor, arrepiante. Foi o primeiro dia que vi todos os lugares tomados e com o sol, a imagem da Philippe Chatrier, fica ainda mais bonita. Homens e mulheres, elegantemente vestidos, usando o chapéu panamá para vivenciar o inédito. Até os lugares reservados aos jogadores do torneio para assistir a partida estavam lotados.

Antes mesmo do jogo terminar, nos últimos games, as pessoas já estavam aplaudindo de pé cada ponto vencido por Jo-Wilfried Tsonga.

E quando terminou, com vitória por 75 63 63, Tsonga pulou, rodopiou em quadra e o público aplaudiu e ficou em quadra, como se não estivesse acreditando que um francês acabara de derrotar Roger Federer e avançar à semifinal.

Foi uma das minhas maiores vitórias. É Roland Garros, na quadra central e ainda ganhando do Federer. Com certeza ninguém esperava isso de mim no passado. O torneio ainda não acabou. Espero que tenha mais. Mas ainda não posso fazer a festa, gritar e sair comemorando.”

Nos últimos 15 anos, houve jogador francês na semifinal apenas três vezes. Em 1998, com Cedric Pioline, com muito mais cabelo do que vemos hoje nas entrevistas em quadra; Sebastien Grosjean, em 2001 e Gael Monfils, em 2008.

O último jogador francês a disputar uma final em Paris foi Henri Leconte, há 25 anos e ele foi derrotado pelo tenista que perdera a final para Noah, em 1983, Mats Wilander.

Tsonga hoje com 28 anos, mais maduro do que quando disputou a sua única final de Grand Slam no Australian Open, há cinco anos, tem a chance de virar herói nacional, de, como eles gostam de falar, “basculer”a França e sabe disso.  Quando Noah venceu, a loucura foi tanta que ele teve que se mudar para Nova York para viver mais tranquilamente. Chegou a passar por um período de depressão depois de tamanha euforia.

E Tsonga, tanto sabe da importância deste momento, que se preparou para este momento. Há alguns meses, depois de um período sem técnico, contratou o australiano Roger Rasheed. Tirou o gluten da dieta, emagreceu e quando Roland Garros chegou entendeu que apesar de ser o seu torneio, na sua casa, entendeu que tinha que jogar para si próprio.

Ontem, em vez de treinar em Roland Garros e ficar no meio do burburinho, com todos os olhos dos franceses, da FFT, dos técnicos, dirigentes, jogadores, público e imprensa, voltados para ele, foi treinar no Tennis Club de Paris, com um juvenil local.

Com muita calma e maturidade bateu um papo mais longo do que o tempo de treinamento com o jornal L’Equipe e parecia saber exatamente o que fazer .

“ Entrar nas disputas do ponto com ele, nas trocas de bola é difícil, mas é essencial. Ele dá um ace aqui, um winner lá e você não toca muito a bola. Mas, entrar na disputa é o que ele menos gosta e preciso levá-lo a esse ponto.”

E foi o que Tsonga fez. Apesar de não ter jogado bem, Federer deu todo o crédito para o francês. “Estou triste pelo jogo e pela maneira com que joguei. Tentei resolver a situação em quadra, mas ele simplesmente foi melhor.”

Para igualar o resultado de Henri Leconte, em 1988 e chegar à final, Tsonga terá que passar por David Ferrer, que assim como ele não perdeu nenhum set até agora em Roland Garros e diferentemente dele, nunca disputou uma final de Grand Slam.

“Ele ganhou de mim algumas vezes. Espero um jogo duro, mas estou em boa forma e vou fazer o meu melhor e ver como me saio. Vou para quadra com um objetivo e 100% das minhas possibilidades. Tenho que ficar concentrado e manter a minha rotina, fazer o que venho fazendo desde o início do torneio.”

Soares/Peya vencem Melo/Dodig e estão nas quartas de Roland Garros. Melo vence nas mistas

No confronto entre brasileiros desta terça-feira, a dupla formada por Bruno Soares e o austríaco Alexander Peya levou a melhor sobre Marcelo Melo e o croata Ivan Dodig, garantindo uma vaga nas quartas de final da chave de duplas de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris.

Apesar da vitória em sets diretos, o jogo foi equilibrado, decidido nos detalhes, com vitória de Soares e Peya por um duplo 6/4.

Cabeças de chave nº 7, eles enfrentam nesta quarta-feira a parceria formada pelos poloneses Mariusz Fyrstenberg e Marcin Matkowski, cabeças de chave nº 16, que venceram os franceses Jonathan Dasnieres De Veigy e Florent Serra na fase anterior.

Melo vence nas duplas mistas e reencontra Soares

Pela chave de duplas mistas, Melo e a norte-americana Liezel Huber passaram pela sérvia Jelena Jankovic e o indiano Leander Paes, com parciais de 7/5 6/7(1) 10/2 e estão nas quartas de final.

Seus adversários na próxima fase, que será disputada nesta quarta, serão Bruno Soares e a norte-americana Lisa Raymond.

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Foto: Diana Gabanyi

Roland Garros: Tsonga vence Federer e Ferrer passa por Robredo. Nadal e Djokovic jogam na quarta

A primeira semifinal da chave masculina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, foi decidida nesta terça-feira, com a realização dos primeiros jogos das quartas de final.

No confronto mais esperado do dia, o francês Jo-Wilfried Tsonga, esperança da torcida local no torneio, fez uma grande partida, não deu chances ao suíço Roger Federer e conseguiu uma grande vitória por três sets a zero, com parciais de 7/5 6/3 e 6/3.

Essa já é a melhor campanha do francês no Grand Slam parisiense. No ano passado, ele parou nas quartas de final.

No outro jogo do dia, o espanhol David Ferrer atropelou o compatriota Tommy Robredo, cedendo apenas 4 games e fechando a partida com parciais de 6/2 6/1 e 6/1. Ele será o adversário do francês na semifinal.

A outra semifinal será definida nesta quarta.

Na primeira partida do dia, o espanhol Rafael Nadal, heptacampeão do torneio, enfrenta o suíço Stanislas Wawrinka. Logo depois, o sérvio Novak Djokovic, nº 1 do mundo, tem pela frente o alemão Tommy Haas.

Roland Garros: Serena passa por Kuznetsova e enfrenta Errani na semi. Sharapova joga na quarta

Nesta terça-feira, foram disputados os dois primeiros jogos das quartas de final da chave feminina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro de Paris

Na primeira partida do dia, a italiana Sara Errani fez um jogo equilibrado contra a polonesa Agnieszka Radwanska, mas conseguiu a vitória em sets diretos, anotando 6/4 na primeira parcial e fechando a segunda no tie-break – 7/6(6) – , garantindo sua vaga na semifinal.

Errani busca pelo menos igualar a sua campanha no torneio francês no ano passado, quando chegou à final, perdendo o título para a russa Maria Sharapova.

A adversária de Errani foi decidida na outra partida do dia, quando a norte-americana Serena Williams, nº 1 do mundo, passou pelo seu primeiro momento de dificuldade na competição, na partida contra a russa Svetlana Kuznetsova, que venceu o torneio em 2009.

Serena venceu tranquilamente o primeiro set por 6/1, mas a russa venceu o segundo por 6/3, levando a decisão para o terceiro, quando Serena anotou 6/3 e garantiu a vitória.

A outra semifinal será definida nesta quarta-feira.

A bielorrussa Victoria Azarenka tem pela pela frente a russa Maria Kirilenko, enquanto Maria Sharapova, atual campeã, enfrenta a sérvia Jelena Jankovic.

Foto: Cynthia Lum

Roland Garros: Sharapova e Kirilenko vencem e Azarenka bate Schiavone. Quartas começam nesta terça

Foram disputadas nesta segunda-feira as últimas quatro partidas das oitavas de final da chave feminina de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada, disputado no saibro parisiense.

A bielorrussa Victoria Azarenka venceu a italiana Francesca Schiavone, campeã de 2010, em sets diretos e com certa facilidade, fechando a partida com parciais de 6/3 e 6/0.

A russa Maria Kirilenko bateu a norte-americana Bethanie Mattek-Sands por 7/5 e 6/4, enquanto Maria Sharapova eliminou Sloane Stephens por 6/4 e 6/3.

Na última partida do dia, a sérvia Jelena Jankovic confirmou o favoritismo e venceu tranquilamente a norte-americana Jamie Hampton por 6/0 e 6/2.

Quartas começam na terça

Nessa terça-feira, serão disputados os dois primeiros jogos das quartas de final.

A polonesa Agnieszka Radwanska joga contra a italiana Sara Errani. As duas já se enfrentaram 7 vezes e Radwanska venceu 6.

A norte-americana Serena Williams, nº 1 do mundo e que vem de dois títulos de WTA Premier seguidos – Madrid e Roma – enfrenta a experiente russa Svetlana Kuznetsova, que na fase anterior surpreendeu a alemã Angelique Kerber, cabeça de chave nº 8.

Foto: Cynthia Lum