Clezar vence norte-americano e joga última rodada do quali do US Open. Feijão perde

São Paulo - SP - 22/02/2016 - BRASIL OPEN 2016 - Jogo entre Daniel Gimeno-Traver (ESP) vs Guilherme Clezar (BRA) durante Brasil Open 2016 no Esporte Clube Pinheiros. Foto: Marcello Zambrana/DGW Comunicação

Como já aconteceu no ano passado, o gaúcho Guilherme Clezar vai disputar novamente a terceira e última rodada do qualifying do US Open, em busca de uma vaga inédita na chave principal do Grand Slam norte-americano.

Nesta quinta-feira, pela segunda rodada, Clezar surpreendeu o norte-americano Tim Smyczek, cabeça de chave 10 e 115o. do mundo, ao anotar 7/6(4) 6/3, após 1h42min de partida.

“Acabei perdendo uma boa vantagem (chegou a abrir 4/0) no primeiro set, mas me mantive firme mentalmente para reagir e sair com a vitória. Já o segundo set foi decidido nos detalhes. Foi um jogo difícil, estou feliz pela vitória e sigo motivado para amanhã”, afirmou Clezar.

Clezar volta à quadra, nesta sexta-feira, para enfrentar o norte-americano Alexander Sarkissian, 216o. do mundo, que venceu na segunda rodada o francês Quentin Halys, por 7/6(1) 6/2. O confronto é inédito.

“No ano passado bati na trave. Espero que este ano eu consiga me garantir na chave principal”, disse o brasileiro.

João Souza, o Feijão, foi superado na segunda rodada pelo alemão Matthias Bachinger, por 2 sets a 1, com parciais de 4/6 7/6(5) e 7/6(6).

“Infelizmente não deu. Saio chateado pois poderia ter vencido no segundo set e o fim do jogo foi nos detalhes e não caiu pro meu lado, mas bola pra frente, estou jogando bem”, avaliou Feijão que vinha de dois títulos nos Challengers de Fano e Cortina, na Itália.

Feijão bate australiano e vai à 2ª rodada do quali do US Open. Paula Gonçalves perde

Feijão - Quito peqDepois de Guilherme Clezar, João Souza, o Feijão, é mais um brasileiro na segunda rodada do qualifying do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro, em Nova Iorque.

Nesta quarta-feira, o brasileiro superou na estreia o australiano Andrew Whittington, com um duplo 6/4.

Seu próximo adversário será o alemão Matthias Bachinger, nº 514 do mundo, que joga com ranking protegido. Os dois já se enfrentaram uma vez, no saibro do Challenger de Poznan, com vitória de Feijão.

Também nesta quarta, Paula Gonçalves fez dois sets equilibrados, mas perdeu na primeira rodada do quali para a australiana Arina Rodionova, com parciais de 7/6(2) e 7/5.

Retrospectiva US Open: A festa de Pennetta em Nova Iorque

Flavia Pennetta reina em Nova York!

A festa italiana do US Open Tennis Championships acabou com título de Flavia Pennetta !

Após eliminar a romena Simona Halep na semifinal, Flavia derrotou sua compatriota Roberta Vinci na final deste sábado, por 76(4) 6/2. Vinci havia surpreendido a número um do mundo Serena Williams, na semifinal e interrompido a busca pelo Grand Slam da americana.

Pennetta - US Open 1

Este foi o primeiro título de Slam em simples da tenista de 33 anos, que surpreendeu a todos e anunciou a despedida do tênis, em plena cerimônia de premiação. *(Ela vai jogar até o final do ano).

“Independente se eu ganhasse ou perdesse a decisão já estava tomada. Foi muito difícil, mas para competir você tem que jogar bem, lutar e dar o seu melhor durante o ano todo e estava ficando duro para mim,” disse a italiana. “Acho que não há melhor momento para fazer isso do que agora.”

Pennetta contou que foi um dia perfeito, um US OPen perfeito e que jogou de forma consistente do começo ao fim. Por isso, venceu. ” Não estava fácil jogar contra a Roberta, uma grande amiga e que estava muito bem. Eu estava com medo, um pouco tensa. Mas, fiquei focada e fui além, tentando fazer algo a mais, como no match point.”

Diana Gabanyi

Foto: Cynthia Lum

Teliana embarca nesta quinta-feira para o US Open

Teliana 2 peqTeliana Pereira embarca nesta 5ª feira para Nova York, onde disputa na semana que vem o último Grand Slam do ano, o US Open.

Depois de disputar pela primeira vez na carreira os Jogos Olímpicos, Teliana voltou para casa, em Curitiba e se preparou para os últimos meses da temporada, com nova injeção de ânimo.

“Jogar as olimpíadas foi incrível. Conviver com outros atletas, ter ganhado aquela jogo dos franceses nas duplas mistas com o Marcelo Melo, o carinho da torcida, tudo isso meu deixou muito motivada, me deu novo ânimo,” disse a brasileira. “Pude conversar com a Marta, que me contou que a cidade dela, Dois Riachos, fica a 15km de onde nasci. Conheci as meninas do volley, então toda essa experiência foi muito legal e espero que me ajude daqui pra frente.”

A pernambucana radicada no Paraná, embarca para Nova York em busca da primeira vitória no Grand Slam americano. “Fiz uma preparação para o US Open e para o resto da temporada. Vamos com tudo.”

Depois de jogar o US Open, Teliana, 137a na WTA, disputa os ITFs de Biarritz (12/09) e Saint Malo (19/09) na França. “Vou jogar alguns Challengers em setembro e outubro, para voltar a jogar os torneios grandes no ano que vem.”

Clezar garante vitória brasileira no 1º dia do quali do US Open. Monteiro e Bia perdem

Clezar 3 peqGuilherme Clezar estreou com vitória, nesta terça-feira, no qualifying do US Open, último Grand Slam da temporada., disputado no piso duro, em Nova Iorque.

Clezar superou o argentino Facundo Arguello, 196º do mundo, por 6/2 e 6/3. Foi a quarta vitória do brasileiro sobre o argentino em seis confrontos.

“Fiz um bom jogo hoje”, comemorou Clezar. “Agora é recuperar as energias para estar pronto para o próximo jogo na quinta”, acrescentou.

Na próxima fase, Clezar terá pela frente pela primeira vez na carreira o norte-americano Tim Smyczek, cabeça de chave 10 e 115º da ATP, que passou pelo russo Alexander Kudryavtsev, por 6/3 e 6/4.

Também nesta terça, Thiago Monteiro, cabeça de chave nº 4, fez jogo equilibrado, mas perdeu para o alemão Daniel Brands, com parciais de  6/4 3/6 e 7/6(5).

Na chave feminina do quali, Bia Haddad perdeu na estreia para a japonesa Shoku Ayomana por 6/3 e 6/2.

Monteiro é cabeça de chave e estreia nesta 3ª no quali do US Open. Clezar e Bia também jogam

Monteiro - Atlanta peqOs brasileiros já conheceram seus adversários e alguns já estreiam nesta terça-feira no qualifying do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Único brasileiro cabeça de chave, Thiago Monteiro, nº 99 do mundo, é o quarto favorito da chave e terá pela frente o alemão Daniel Brands, nº 152 da ATP e ex-nº 51. O confronto, que será inédito, será nesta terça.

Outro representante nacional que joga nesta terça é Guilherme Clezar, que enfrenta o argentino Facundo Arguello. O brasileiro venceu três dos cinco jogos entre eles.

João Souza, o Feijão, joga na quarta-feira contra o australiano Andrew Whittington e será a primeira partida entre eles.

Na chave feminina, Bia Haddad também joga nesta terça, contra a japonesa Shuko Ayoma, enquanto Paula Gonçalves estreia na quarta contra a australiana Arina Rodionova.

US Open inaugura teto retrátil do Arthur Ashe Stadium e apresenta mudanças no complexo

The retractable roof over Arthur Ashe Stadium is opened and closed for the first time at the UST Billie Jean King National Tennis Center in Queens, N.Y., USA on Aug 2, 2016. Photo: Ashley Marshall/USTA

A USTA apresentou oficialmente nesta terça-feira o teto retrátil totalmente operacional sobre Arthur Ashe Stadium, no USTA Billie Jean King National Tennis Center, casa do US Open. O teto foi aberto pela primeira vez durante uma cerimônia que contou com executivos da USTA e ROSETTI, bem como meios de comunicação e diversas figuras do tênis.

O teto retrátil, com dois painéis, ficam sobre uma superestrutura de aço de 6.500 toneladas, é coberto com um tecido PTFE (politetrafluoretileno), que é esticada sobre o sistema de enquadramento, e que permite que o sol refleta fora dos painéis, tornando o estádio mais eficiente em relação à energia . O telhado será capaz de ser fechado ou aberto em menos de sete minutos.

A conclusão do teto retrátil do Arthur Ashe Stadium é apenas um componente na grande transformação do USTA Billie Jean King National Tennis Center. Este ano, os fãs também vão experimentar na Grandstand uma nova marca e um campus sul ampliado e melhorado. O novo Grandstand contará com 8.125 lugares – um acréscimo de mais de 2.000 assentos sobre a capacidade do antigo Grandstand – enquanto continua a dar aos espectadores uma das experiências de visualização mais íntimos no tênis profissional. Além disso, o campus sul foi completamente reformulado para aliviar o congestionamento, oferecendo mais comodidades aos fãs e aumentando a experiência geral dos visitantes do US Open.

O teto retrátil foi fechado e aberto durante a cerimónia de hoje pela lenda do tênis Billie Jean King e Jeanne Ashe, esposa do falecido campeão para quem o estádio é chamado, que se juntou  aos Presidente do Conselho e Presidente da USTA, Katrina Adams; o Director Executivo da USTA, Gordon Smith; o USTA Billie Jean King National Tennis Center COO, Danny Zausner; e o presidente da ROSSETTI, Matt Rossetti.

“A USTA sempre se esforçou para avançar como uma organização, de inovar e pensar com ousadia, e a transformação da USTA Billie Jean King Tennis Center vai diretamente em linha com esse objetivo”, disse Adams.

“Os fãs do US Open, espectadores e jogadores merecem essaa experiência, e a transformação da USTA Billie Jean King National Tennis Center oferece exatamente isso”, disse Smith. “O US Open tem lugar em New York City, uma cidade sinônimo de emoção, e a inclusão do teto retrátil sobre Arthur Ashe Stadium agora realmente faz o US Open o centro do palco final para o esporte do tênis.”

Foto: Ashley Marshall/USTA

Retrospectiva 2015: Os Grand Slams

Começamos hoje uma série de matérias que farão uma retrospectiva do que aconteceu de mais importante no tênis em 2015. E nada melhor que iniciar com os principais torneios: Os Grand Slams.

Australian Open

Novak DjokovicO ano de 2015 no primeiro dos quatro principais torneios da temporada começou dando o tom de como seria o restante: com domínio de Novak Djokovic.

Com apenas três sets perdidos em Melbourne, o nº 1 do mundo enfrentou cinco sets contra Wawrinka na semi e superou Murray na final para levantar o seu quinto troféu do primeiro Slam da temporada.Trophy Presentation

Entre as mulheres, Serena Williams venceu Maria Sharapova na final mais uma vez e conquistou seu quinto título do torneio.

Roland Garros

Em Roland Garros, Rafael Nadal, depois de cinco títulos consecutivos no saibro de Paris, chegou, depois de muito tempo, não sendo considerado o principal favorito.

Wawrinka - Roland Garros peqHavia muitas dúvidas sobre a magia do torneio envolvendo o espanhol, mas não teve jeito. Com um domínio de Djokovic, Nadal perdeu ainda nas quartas para o sérvio, que, teoricamente, assumia de vez o favoritismo absoluto e parecia bem próximo de conquistar o único Slam que lhe faltava.

Porém, na grande final, com uma atuação sensacional, Stan Wawrinka bateu o líder do ranking em quatro sets, de virada, adiando o sonho de Djokovic mais uma vez.

Serena Williams mostrava mais uma vez seu domínio na WTA e, mesmo depois de Serena - Roland Garros peqvitórias duras, sendo três delas de virada, inclusive sobre Victoria Azarenka, venceu Lucie Safarova na decisão, também em três sets, para conquistar Roland Garros pela terceira vez na carreira.

Nas duplas, um torneio histórico para o Brasil. Pela primeira vez, um brasileiro ficava Melo e Dodig - Roland Garros peqcom o título de duplas masculinas de um Slam, com Marcelo Melo, ao lado do parceiro Ivan Dodig, com grande vitória de virada sobre os irmãos Bob e Mike Bryan na final: 6/7(5) 7/6(5) e 7/5.

 

Wimbledon

Djokovic - Wimbledon peqMais uma vez, o Slam londrino era a principal esperança de Roger Federer chegar ao 18º título de um dos principais torneios da temporada. Porém, mais uma vez, lá estava Novak Djokovic.

Em final de quatro sets e dois tiebreaks, o sérvio venceu e chegou ao tricampeonato, deixando cada vez mais claro o seu amplo domínio no circuito.

Serena Williams bateu Garbine Muguruza na final e completou pela segunda vez o chamado “Serena Slam”, que é vencer os quatro principais torneios do calendário de forma consecutiva, mas não no mesmo ano.Serena - Wimbledon peq

A sequência havia começado no US Open do ano passado. De quebra, ainda deixava a porta aberta para fechar pela primeira vez o “Grand Sla” de fato, que seria vencer todos os Slams do ano.

 

US Open

Pennetta - US Open peqA grande expectativa em Nova York, portanto, era pelo título da nº 1 do mundo, a dona da casa. Mas Serena não contava com uma experiente italiana na semifinal. De virada, Roberta Vinci conseguiu uma grande vitória e foi para a final.

Na decisão, enfrentou outra experiente compatriota. E Flavia Pennetta não desperdiçou a chance, conquistou o título e ainda anunciou a aposentadoria para o fim da temporada. Também foi o último torneio oficial de Serena no ano.

Djokovic - US Open peqEntre os homens, sem surpresas. Pela segunda vez no ano, Djokovic conquistava um Slam sobre Roger Federer. Pela segunda vez em quatro sets. Pela segunda vez o nº 1 do mundo era campeão no último Slam da temporada.

 

 

 

Djokovic vence Federer, conquista o US Open pela 2ª vez e a o 10º Grand Slam da carreira

TENNIS: SEP 03 US OpenO sérvio Novak Djokovic ficou, neste domingo, com o título do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro.

Depois de aproximadamente três horas de atraso causado pela chuva que caiu em Nova York, o nº 1 do mundo enfrentou um grande adversário, o suíço Roger Federer, que endureceu o jogo, mas não foi capaz de evitar o triunfo do sérvio em quatro sets, com parciais de 6/4 5/7 6/4 e 6/4.

Esse foi o 2º título de Djokovic no US Open e o seu 10º de Grand Slam, faltando apenas Roland Garros para ele conquistar os quatro principais torneios da temporada pelo menos uma vez na carreira.

A vitória também o fez empatar o confronto direto contra Federer, com 21 vitórias pra cada jogador.

Foto: Cynthia Lum

Penneta bate Halep e faz final inédita do US Open contra Vinci, que venceu Serena de virada

Flavia Pennetta  -  Simona Halep Women's Singles SemifinalFoi definida nesta sexta-feira a final da chave feminina do US Open, quarto e último Grand Slam da temporada, disputado no piso duro.

Na primeira partida do dia, a italiana Flavia Pennetta surpreendeu, não deu muitas chances e superou a romena Simona Halep em sets diretos, com parciais de 6/1 e 6/3, chegando à grande final.

“Quero dizer que estou realmente feliz. Eu acho que joguei muito bem desde o início”

Sem dúvida, a italiana terá o US Open como um Slam especial, sendo a sua primeira final. E ela tentou explicar o que fez a jogar tão bem nestes dias.

“Eu realmente gosto deste torneio, é um dos meus preferidos. Sempre tenho uma boa sensação quando jogo aqui, na quadra central, é incrível. Eu realmente gosto da atmosfera daqui.”

Na outra semifinal, a norte-americana Serena Williams teve mais dificuldades que o esperado, chegou a vencer o primeiro set, mas foi superada pela italiana Roberta Vinci, de virada, com parciais de 2/6 6/4 e 6/4.

Dessa forma, a nº 1 do mundo adia a possibilidade de conseguir um dos maiores feitos da carreira, que seria conquistar os quatro maiores torneios da temporada, depois de ficar com o título do Australian Open, Roland Garros e Wimbledon.

A italiana, assim como a sua compatriota, chega à sua primeira final de um Slam na carreira.

Serena e Vinci já se enfrentaram nove vezes no circuito e Penneta venceu cinco, a mais recente exatamente no US Open, em 2013, nas quartas de final.

Foto: USTA/Ned Dishman