Federer conquista o octacampeonato em Wimbledon e o 19º Slam da carreira

Roger Federer confirmou o favoritismo e grande fase e, neste domingo, conquistou o título de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Na grande final, contra o croata Marin Cilic, o suíço não deu muitas chances e ainda viu o adversário sentir problemas físicos, triunfando em sets diretos, com parciais de 6/3 6/1 e 6/4, levantando o troféu do torneio mais tradicional do mundo pela oitava vez carreira, superando a marca de Pete Sampras, que tem títulos.

Dessa forma, Federer aumenta mais o seu próprio recorde de Slams conquistados, com 18 no total, deixando Rafael Nadal mais longe, com 15, e Pete Sampras com 14.

Além disso, ele se tornou o segundo jogador da História a ter pelo menos 8 títulos em um único Slam, igualando-se exatamente ao espanhol Nadal, que chegou neste ano ao seu 10º Roland Garros, o que evidencia seu grande domínio na grama.

Outro feito notável é que foi a segunda vez que ele conquista um Slam sem perder um único set durante toda campanha. A outra foi no Australian Open de 2007. Em toda Era Aberta, isso aconteceu em apenas 10 oportunidades.

Foi a 29ª final de Grand Slam do ex-nº 1 do mundo, que aumentou seu retrospecto de decisões em Wimbledon para 8 vitórias e 3 derrotas.

Na cerimônia de premiação, ele deu um alento para aqueles que imaginam sua aposentadoria em breve: “Espero que não seja meu último jogo. Espero voltar no ano que vem para defender o título.”

Foto de Cynthia Lum

Marcelo Melo faz história e é campeão de Wimbledon ao lado de Lukasz Kubot

Marcelo Melo realizou um de seus maiores sonhos e se tornou campeão de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra. Com a conquista, o Brasil voltou a triunfar em Wimbledon após 51 anos, quando Maria Esther Bueno foi campeã.

Neste sábado, o mineiro e seu parceiro, o polonês Lukasz Kubot, triunfaram na grande final diante do austríaco Oliver Marach e o croata Mate Pavic, de virada, com parciais de 5/7 7/5 7/6(2) 3/6 e 13/11, em quase 5 horas de jogo.

Esse foi o segundo título de Slam de Melo, que já foi campeão também de Roland Garros, em 2015, quando jogava com o croata Ivan Dodig.

Além disso, Melo e Kubot chegaram ao terceiro título seguido, depois dos ATP’s de ‘s-Hertogenbosch e Halle.

Vale destacar também que, com a campanha, o brasileiro garantiu também seu retorno ao topo do ranking de duplistas da ATP, sendo que ele e o polonês também lideram o ranking de duplas da temporada.

“Não tenho palavras para descrever o sentimento depois desse jogo. Eu ainda vou precisar de um tempo para assimilar esse grande feito. É aproveitar agora o momento, curtir o máximo. Meu sonho sempre foi conquistar um Grand Slam e, especialmente, Wimbledon.  Sempre falei isso. Todos os anos que meu foco era vir e ganhar aqui. Desde pequeno sonhei.  A grama foi um piso que sempre gostei de jogar. Fomos para os outros torneios, antes, na grama, pensando em Wimbledon. E poder ganhar aqui, nossa… É Wimbledon! Poder entrar para a história. Ser afortunado de jogar naquela quadra central e vencer. Realmente, puderam ver pela minha reação”, comemorou um emocionado Marcelo.

“Agradeço todo mundo, ao meu time, todos que trabalham comigo, meus patrocinadores, todo mundo que me apoia, os torcedores que mandam mensagens. A todo mundo que me incentiva e torce por mim. É isso. Estava muito feliz por já ter conquistado Roland Garros e ter sido número 1. Agora, aqui,  esta semana, recuperar o número 1 do mundo, naquela semifinal tão importante, e poder virar campeão de Wimbledon. Ter na carreira esses títulos, ser número um do mundo, estou muito feliz”, completou o tenista.

“Estamos muito felizes, comemorando esse  triunfo. Um torneio tão tradicional, que o Marcelo sempre quis ganhar, na grama, o piso que ele mais gosta. É aproveitar este momento tão especial, depois de duas semanas de muitas batalhas. Demais! Não tem como expressar tamanha felicidade”, vibrou Daniel Melo, irmão e treinador de Marcelo, que está ao seu lado na conquista de todos os 27 títulos da carreira.

O jogo – Após um início de partida muito equilibrado, com as duas duplas mantendo os seus serviços sem maiores problemas, até o 5/5, Marach e Pavic conseguiram a primeira quebra do jogo, em um um game no qual Kubot acabou não tendo bom aproveitamento do primeiro saque e facilitou as devoluções dos adversários, que marcaram 6/5 e fecharam em 7/5.

No segundo set, a reação. Jogando pressão sobre a dupla adversária e sabendo da importância de não deixar Marach e Pavic abrirem 2 a 0 na partida, Melo e Kubot devolveram o placar, quebrando o serviço do austríaco no 12º game, com um lob perfeito do polonês. Um game que começou com uma grande devolução de Melo, que vibrou muito, punho cerrado, mostrando que iria com tudo para buscar o empate.

Na terceira série, um decisivo tie break. Após muito equilíbrio, com as duplas mostrando um tênis de alto nível, e o empate em 6/6, Melo e Kubot jogaram muito para virar a partida e ir em busca da vitória: abriram 4/2 e não deram mais chances aos adversários, fazendo 7/2. Um grande tie break da dupla, 7/6 (7/2) no set. Dois a um no jogo.

Antes do início do quarto set, Marach chegou a ser atendido na perna esquerda, o que se repetiu por mais duas vezes, mas seguiu normalmente na partida.

Se até o terceiro set, o jogo teve apenas duas quebras, a quarta série contou com uma sequência de breaks. Marach e Pavic quebraram o saque de Marcelo para abrir 3/1. Melo e Kubot reagiram, devolvendo o break, em grande momento do tenista mineiro. Só que, na sequência, Kubot cometeu dupla falta e permitiu nova quebra aos adversários, que fizeram 4/2. Aproveitando a queda de rendimento de Melo e Kubot, mantiveram o ritmo para fazer 5/2 e fechar em 6/3, levando o jogo para a série decisiva.

No quinto set, mais equilíbrio, emoção e tensão na disputa ponto a ponto. Em jogo, o título de Wimbledon. Com direito a aces de Melo e Kubot para confirmar seus serviços. E eles tiveram uma grande chance de quebra no oitavo game, mas os adversários acabaram empatando em 4/4. Aí confirmaram para fazer 5/4 e buscar a vitória e o título.  Novo empate, em 5/5, após mais de sete minutos de game, com os jogadores se superando em quadra. Melo sacou muito para colocar a dupla novamente à frente: 6/5 com um ace do brasileiro, que vibrou muito. Mas, Marach e Pavic salvaram dois match points para empatar novamente em 6/6. Mais uma vez Melo e Kubot à frente, 7/6, com dois aces do polonês. Mais um empate: 7/7. E foi assim até o 11/11, quando o jogo, após 4h34min foi suspenso por 10 minutos para que o teto fosse fechado e as luzes acesas. Na volta, vitória por 13/11, na quebra do saque de Pavic.

A campanha em Wimbledon – Até a disputa da final, Melo e Kubot precisaram jogar durante 14h10min para vencer cinco jogos, passando pelos holandeses Wesley Koolhof e Matwe Middelkoop por 3 sets a 0 – 6/4, 6/0 e 6/3; pelo alemão Philipp Petzschner e o austríaco Alexander Peya por 3 sets a 2 – 6/2, 5/7, 6/3, 3/6 e 11/9; pelo romeno Florin Mergea e o paquistanês Aisam Qureschi por 3 sets a 2 – 6/7 (3-7), 4/6, 6/1, 6/4 e 6/2; pelos irmãos britânicos Ken Skupski e Neal Skupski, por 3 a 0 – 7/6 (13/11), 6/4 e 6/4; e pelo finlandês Henri Kontinen e o australiano John Peers, por 3 a 2 – 6/3, 6/7(4/7), 6/2, 4/6 e 9/7. Neste sábado foram mais 4h39min para conquistar o título diante de Marach e Pavic.

Número um, de novo. E recordista brasileiro em títulos – Esta é a segunda vez que o mineiro Marcelo Melo ocupa a liderança do ranking mundial individual de duplas. A primeira foi em novembro de 2015, permanecendo como número um por 26 semanas. Em 2015, aliás, ano em que terminou como melhor do mundo, Marcelo venceu seu primeiro Grand Slam, em Roland Garros. No total, nesse ano, conquistou seis títulos e comemorou as suas 300 vitórias na carreira no ATP de Miami.

E foi a segunda vez que Melo chegou à final do tradicional torneio de Wimbledon. Em 2013, ao lado de Dodig, foi vice-campeão, perdendo a decisão para os irmãos Bob e Mike Bryan. Agora, o tão sonhado título. Nesse ano de 2013, foi ainda semifinalista do US Open e terminou pela primeira vez entre os 10 do mundo – ocupando a sexta colocação no ranking. Em 2014, mais uma semifinal de US Open e, em Wimbledon, quartas de final.

O primeiro título em torneio ATP do tenista mineiro foi em 2007, no Estoril, em Portugal. Agora, com a conquista em Wimbledon, soma 27 campeonatos, recorde entre os brasileiros.

O título em Wimbledon 2017 – onde já tinha o vice em 2013 – vem se somar à conquista em Roland Garros 2015 como os grandes momentos de Marcelo em torneios Grand Slam. Foi, também, duas vezes seminifinalista no US Open.

Juntos, Melo e Kubot são os atuais líderes do ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals. Em sua carreira, Marcelo já disputou o ATP Finals, em Londres, em 2013, 2014, 2015 e 2016.

A dupla número 1 do mundo chega a 34 vitórias na temporada, incluindo a 400ª da carreira de Melo, obtida na estreia em Roland Garros 2017, e apenas 9 derrotas. Terminam a série de três torneios – Holanda, Alemanha e Wimbledon – invictos em quadra de grama, com três títulos e 14 vitórias consecutivas.

Em 2017 conquistaram os títulos de dois Masters 1000 – Miami (Quadra Rápida) e Madri (Saibro) –, o ATP 250 de ‘s’Hertogenbosch, na Holanda (Grama) e o ATP 500 de Halle, na Alemanha (Grama). E, agora, Wimbledon.

Na carreira, com 27 conquistas no total, duas em Grand Slam, também lidera no número de títulos em Masters 1000. Em Madri chegou ao sétimo, depois de ganhar Shangai (2013 e 2015), Paris (2015), Toronto (2016), Cincinnati (2016) e Miami (2017).

Fotos de Cynthia Lum

Muguruza bate Venus na final e é campeã de Wimbledon, seu 2º título de Slam

Garbine Muguruza é campeã de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Na grande final deste sábado, a espanhola superou a experiente Venus Williams, que buscava o hexa, em sets diretos, com parciais de 7/5 e 6/0, conquistando o Slam londrino pela primeira vez na carreira.

Essa foi sua segunda grande chance em Wimbledon, já que havia ficado com o vice-campeonato em 2015, quando perdeu para Serena Williams. Dois anos atrás, Serena chegou a dizer em quadra que não demoraria para Garbine ganhar em Wimbledon. Ela estava certa.

Muguruza acumula agora duas conquistas de Slam, somando o título de Roland Garros, no qual levou a melhor justamente sobre Serena na final.

Até então, a única espanhola a triunfar em Wimbledon havia sido Conchita Martinez, campeã em 1994. E justamente Conchita é a atual técnica de Muguruza, enquanto o treinador Sam Sumyk, espera a chegada de um bebê, com a esposa, a ex-jogadora Meilen Tu, na Califórnia.

Coincidentemente, Conchita ganhou o Venus Rose Water Dish em 1994, derrotando a até então mais velha finalista de Wimbledon, Martina Navratilova.

Neste sábado em Londres, a história se repetiu com Muguruza e Venus Williams.

Filipe Lima Alves e Diana Gabanyi

Foto de Cynthia Lum

Soares e Demoliner perdem na semi de duplas mistas em Wimbledon

O brasileiro Bruno Soares e a russa Elena Vesnina foram superados nesta sexta-feira, na semifinal do torneio de Wimbledon. Eles perderam para o finlandês Henri Kontinen e para a britânica Heather Watson, por 2 sets a 1, parciais de 6/4 6/7(3) 6/3.

“Foi um jogo bastante duro. Pegamos uma dupla jogando super bem. Foi um jogo bem legal, bem disputado e caiu pro lado deles. Estou feliz com essa campanha nas mistas e por ter chegado longe no Grand Slam,” disse Bruno.

Ele retorna ao Brasil e no fim da semana que vem parte para os Estados Unidos para jogar o World Team tennis pelo Washington Kastles e na sequência disputa os torneios de Washington, Montreal e Cincinnatti.

Marcelo Demoliner também parou na semifinal de duplas mistas em Wimbledon. O brasileiro e a parceira espanhola Maria Sanchez, entraram na quadra central, mas perderam para a dupla principal favorita formada por Jamie Murray, britânico, e a suíça Martina Hingis, por 6/2 7/5.

“A sensação foi indescritível, aquela quadra é especial, entrando nela é especial, foi muito legal, desfrutei demais, próxima vez estarei muito mais forte, quero muito jogar várias vezes nessa quadra, quero ter essa sensação mais vezes, muito legal pisar nessa grama sagrada, minha primeira semifinal, vamos devagarinho, ano que vem estarei de volta”, descreveu Demoliner.

Demoliner alcançou seu melhor resultado em um Slam e agora seguirá para os torneios ATP 250 no saibro em Bastad, na Suécia, a partir de semana que vem, onde defende o vice-campeonato ao lado do neozelandês Marcus Daniell. Em seguida, Gstaad, na Suíça, e fecha a gira em Kitzbuhel, na Áustria.

Federer segue sem perder set, vai à sua 11ª final de Wimbledon e encara Cilic

Pela 11ª vez, Roger Federer está na final de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Nesta sexta-feira, o suíço confirmou o favoritismo e bateu o tcheco Tomas Berdych em sets diretos, com parciais de 7/6(4) 7/6(4) e 6/4, garantindo sua vaga na grande decisão de domingo.

Seu adversário será Marin Cilic, que precisou virar sobre o norte-americano Sam Querrey, triunfando por 6/7(6) 6/4 7/6(3) e 7/5.

O croata chega à final de um Slam pela segunda vez na carreira e vai em busca do segundo título, depois do US Open de 2014.

“Ser campeão significaria muito pra mim. Sinto que quando ganhei o US Open, muitas possibilidades se abriram na minha mente, pro resto da carreira. Seria um sonho ganhar Wimbledon” disse Cilic.

Já Federer vai em busca do seu 8º título na grama londrina, o que seria o 19º Slam geral. Seu triunfo mais recente em Wimbledon foi em 2012. Até chegar à final, Federer não perdeu um único set.

Os dois já se enfrentaram sete vezes, com ampla vantagem de Federer, que venceu seis confrontos. O mais recente foi justamente em Wimbledon, no ano passado, quando o suíço venceu em 5 sets a partida válida pelas quartas de final.

A única vitória do croata foi exatamente no US Open de 2014, na semi, quando triunfou em sets diretos.

Foto: AELTC/Tim Clayton e Cynthia Lum

 

Soares e Demoliner estão na semi das mistas em Wimbledon e podem fazer final brasileira

O brasileiro Bruno Soares está na semifinal de Wimbledon. Nesta quinta-feira ele e a parceira russa Elena Vesnina, derrotaram o alemão Michael Begemann e a americana Nicole Melichar, por 2 sets a 0, 7/5 6/4.

“Foi o nosso melhor jogo. Estamos jogando bem. Agora é seguir. Estamos a um passo da final e vamos seguir firme aqui, com expectativa boa. É sempre bom estar nos momentos finais de um Grand Slam,” analisou o mineiro.

Nesta sexta, valendo vaga na final do Grand Slam britânico, Bruno e Vesnina, que foram campeões do Australian Open, no ano passado, enfrentam o finlandês Henri Kontinen e a inglesa Heather Watson.

Há quatro anos, Bruno Soares foi vice de duplas mistas em Wimbledon, com Lisa Raymond. Na categoria ele tem três trofeus de Grand Slam – dois no US Open e um na Austrália.

Quem também está na semifinal de duplas mistas é Marcelo Demoliner, ao lado da espanhola Maria Sanchez.

Nesta quinta, eles superaram a parceria do croata Mate Pavic e da ucraniana Lyudmyla Kichenok por 2 sets a 1 com parciais de 6/3 2/6 6/3 após 1h11min de duração na quadra 2, a terceira do All England Club:

“É um privilégio estar numa semifinal de Grand Slam, é para poucos. Jogo duro nesta sexta com o Murray e Hingis, que são duplistas renomados, de grande experiência. Vai ganhar quem tiver mais vontade, dupla mista é sempre aberto, vamos com tudo, quem sabe uma final brasileira com o Bruno Soares para fechar com chave de ouro o torneio”, disse Demoliner.

O brasileiro buscará inédita final de Grand Slam nesta sexta-feira não antes das 12h, contra o britânico Jamie Murray e a suíça Martina Hingis.

Melo e Kubot vão à final de Wimbledon e mineiro garante volta ao topo do ranking

Mais uma vez, Marcelo Melo está na final de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Em grande fase, depois de dois títulos seguidos na grama – ‘s-Hertogenbosch e Halle – o mineiro e o polonês Lukasz Kubot mantiveram o ritmo e, nesta quinta-feira, garantiram vaga na decisão com vitória sobre o finlandês Henri Kontinen e o australiano John Peers, com parciais de 6/3 6/7(4) 6/2 4/6 e 9/7.

Com o resultado, Melo garantiu também o retorno ao topo do ranking de duplas da ATP, tomando o lugar do próprio Kontinen.

Essa será a segunda vez que ele vai tentar o título de Wimbledon. A primeira foi em 2013, ao lado do croata Ivan Dodig. Na ocasião, eles foram superados pelos irmãos norte-americanos Bob e Mike Bryan.

Muguruza volta à final de Wimbledon e encara Venus, que vai em busca do hexa

Está definida a grande final feminina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Na primeira semi desta quinta-feira, Garbine Muguruza praticamente não deu chances para a croata Magdalena Rybarikova e, em pouco mais de uma hora, anotou duplo 6/1.

Com o resultado, a espanhola vai ter novamente a chance de vencer Wimbledon, depois de ficar com o vice em 2015, quando perdeu para Serena Williams.

Sua adversária na grande final do sábado será a norte-americano Venus Williams, que se impôs diante da local Johanna Konta e também venceu em sets diretos, com parciais de 6/4 e 6/2.

Venus vai em busca do seu sexto título do torneio, que foi conquistado por ela pela última vez em 2008. No total, ela pode chegar ao oitavo título de Slam, enquanto Muguruza vai em busca do segundo, depois de Roland Garros, no ano passado.

As duas já se enfrentaram quatro vezes  ao longo da carreira, com vantagem da norte-americana, que tem três vitórias. Porém, a espanhola venceu o confronto mais recente no saibro de Roma, neste ano.

A primeira partida foi nas oitavas de final do WTA de Florianópolis, em 2013, quando Venus venceu por 2×1.

Foto: AELTC/Joel Marklund

Querrey supera Murray em 5 sets e encara Cilic na semi em Wimbledon. Federer enfrenta Berdych

Semifinais definidas também na chave masculina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, que é disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Nesta quarta-feira, a principal surpresa do dia foi a eliminação do nº 1 do mundo, Andy Murray, que não resistiu aos fortes saques do norte-americano Sam Querrey.

O britânico até começou bem, mas acabou levando a virada de Querrey, que venceu por 3/6 6/4 6/7(4) 6/1 e 6/1, chegando à semifinal de um Slam pela primeira vez na carreira.

Seu adversário também foi definido em um jogo de cinco sets, no qual Marin Cilic levou a melhor sobre Gilles Muller. Também de virada, o croata venceu por 3/6 7/6(5) 7/5 5/7 e 6/1.

Roger Federer confirmou o favoritismo e o status de favorito ao bater o canadense Milos Raonic, triunfando em sets diretos, com mais dificuldades apenas na terceira parcial. No fim, anotou 6/4 6/2 e 7/6(4).

Tomas Berdych garantiu sua vaga para enfrentar o suíço depois que viu Novak Djokovic abandonar a partida das quartas de final, depois que o tcheco já vencia por 7/6(2) e 2/0.

Foto: AELTC/Eddie Keogh

Konta faz alegria da torcida, vira sobre Halep em Wimbledon e Pliskova será nº 1 do mundo

Semifinalistas definidas na chave feminina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Nesta terça-feira, a britânica Johanna Konta fez a alegria da torcida da casa ao bater de virada a romena Simona Halep, com parciais de 6/7(2) 7/6(5) e 6/4.

Com o resultado, Halep perdeu a chance de se tornar nº 1 do mundo, que agora será ocupado pela tcheca Karolina Pliskova, que chega ao topo do ranking pela primeira vez, mesmo já eliminada do torneio.

Na semi, a jogadora da casa terá pela frente a norte-americana Venus Williams, que segue em busca do hexa em Wimbledon, depois de vencer a letã Jelena Ostapenko em sets diretos, com parciais de 6/3 e 7/5.

Quem também venceu e garantiu sua vaga foi Garbine Muguruza, que passou pela russa Svetlana Kuznetsova por 6/3 e 6/4. Sua adversária por um lugar na final será a eslovaca Magdalena Rybarikova, que anotou duplo 6/3 sobre a norte-americana Coco Vandewghe.

As semifinais serão disputadas na quinta-feira.

Foto: AELTC/Tim Clayton