Wozniacki passa por estreia em dia de eliminação de Stephens e Svitolina em Wimbledon

Começou Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra, já com surpresa na chave feminina.

Cabeça de chave nº 2, Caroline Wozniacki não teve muito trabalho diante da norte-americana Varvara Lepchenko e venceu por 6/3 e 6/0.

Atual campeã do US Open e vice de Roland Garros, a norte-americana Sloane Stephens, cabeça 4, foi a surpresa do dia, ao ser eliminada pela croata Donna Vekic por 6/1 e 6/3. Outra surpresa foi a eliminação da ucraniana Elina Svitolina, 5ª favorita da chave, pela alemã Tatjana Maria, com parciais de 7/6(3) 4/6 e 6/1.

Serena Williams passou em dois sets pela holandesa Arantxa Rus, enquanto sua irmã Venus precisou de três parciais para passar pela sueca Johanna Larsson.

A terça-feira terá a estreia da atual campeã, a espanhola Garbine Muguruza, que enfrenta a britânica Naomi Broady na quadra central, mesmo local da partida entre a romena Simona Halep e a japonesa Kurumi Nara.

Maria Sharapova enfrenta a compatriota Vitalia Dietchenko na quadra 1, mesmo local da partida entre Johanna Konta  Natalia Vikhlyantseva.

Foto: AELTC/Florian Eisele

Wawrinka surpreende Dimitrov em Wimbledon e Federer vence. Nadal e Djokovic na 3ª

Roger Federer confirmou o favoritismo e estreou com vitória em Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Nesta segunda-feira, o nº 2 do mundo se impôs diante do sérvio Dusan Lajovic, vencendo em sets diretos, com parciais de 6/1 6/3 e 6/4.

Também na quadra central, o suíço Stan Wawrinka, que ainda busca recuperação de lesão, surpreendeu o búlgaro Grigor Dimitrov e triunfou por 1/6 7/6(3) 7/6(5) e 6/3.

Milos Raonic também não deu chances e bateu o britânico Liam Broady por 3×0, assim como o croata Marin Cilic, que superou o japonês Yoshihito Nishioka.

No confronto francês, melhor pra Gael Monfils, que bateu Richard Gasquet com autoridade, com parciais de 7/6(6) 7/5 e 6/4.

Dois dos principais favoritos da chave estreiam nesta terça, com Rafael Nadal jogando na quadra central diante do israelense Dudi Sela, enquanto Novak Djokovic joga na quadra 1 contra o norte-americano Tennys Sandgren.

Vale destacar também a partida de Alexander Zverev contra o australiano James Duckworth, na quadra 2, enquanto Dominic Thiem enfrenta o experiente Marcos Baghdatis, no mesmo local.

Foto: AELTC/Florian Eisele

Federer abre Wimbledon nesta 2ª feira. Dimitrov e Wawrinka se enfrentam na quadra central

Começa nesta segunda-feira a chave masculina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama.

Abrindo a programação da quadra central, Roger Federer, atual campeão e que vai em busca do seu 9º título enfrenta o sérvio Dusan Lajovic.

No mesmo local, um dos jogos mais esperados da primeira rodada, entre o búlgaro Grigor Dimitrov e o suíço Stan Wawrinka, que ainda busca sua melhor forma.

Na quadra 2, destaque para o jogo do croata Marin Cilic com o japonês Yoshihito Nishioka, assim como a partida entre o norte-americano John Isner e o alemão Yannick Maden.

Vale destacar também a partida do sul-africano Kevin Anderson contra eslovaco Norbert Gombos, na quadra 12, enquanto o jovem grego Stafanos Tsitsipas encara o francês Gregoire Barrere.

Federer conhece 1º adversário em Wimbledon e Nadal joga contra Sela. Dimitrov x Wawrinka

Foi sorteada nesta sexta-feira a esperada chave masculina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama de Londres, na Inglaterra.

Pelo ranking da grama, Roger Federer, mesmo sendo o atual nº 2 do mundo, é o cabeça de chave nº 1 e principal favorito ao título, e começa sua campanha contra o sérvio Dusan Lajovic.

Dessa forma, Rafael Nadal será o cabeça de chave nº 2 e seu primeiro adversário será o israelense Dudi Sela, enquanto o croata Marin Cilic, cabeça 3, joga contra o japonês Yoshihito Nishioka.

Cabeça de chave nº 4, o alemão Alexander Zverev enfrenta na estreia o australiano James Duckworth, Juan Martin Del Potro encara o alemão Peter Gojowczyk e Grigor Dimitrov, cabeça 6, faz um dos confrontos mais esperados da primeira rodada, contra o suíço Stan Wawrinka.

Fechando a lista dos oito principais favoritos, Dominic Thiem enfrenta o experiente cipriota Marcos Baghdatis, enquanto o sul-africano Kevin Anderson joga contra o eslovaco Norbert Gombos.

Foto: AELTC/Tim Clayton

Halep encara japonesa na estreia em Wimbledon e Muguruza, que busca o bi, enfrenta britânica

Saiu nesta sexta-feira a chave feminina de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama.

A nº 1 do mundo Simona Halep, que recentemente conquistou em Roland Garros o seu primeiro título de Slam, terá pela frente na primeira rodada  a japonesa Kurumi Nara, enquanto Caroline Wozniacki, cabeça 2, joga contra a norte-americana Varvara Lepchenko.

Por uma especificidade do Slam londrino, que privilegia o desempenho na grama, Serena Williams, que estaria “solta” na chave, conquistou a posto de cabeça de chave 25 e fará sua estreia contra a holandesa Arantxa Rus.

Cabeça 3 e atual campeã, a espanhola Garbine Muguruza joga contra a local Naomy Broady, enquanto a norte-americana Sloane Stephens enfrenta a croata Donna Vekic.

Vale destacar também a estreia da russa Maria Sharapova, 24ª favorita da chave, diante da compatriota Vitalia Diatchenko.

Foto: AELTC/Joel Marklund

Melo, que defende o título, Soares e Demoliner conhecem primeiros adversários em Wimbledon

Três brasileiros estão garantidos na chave de duplas de Wimbledon, na Inglaterra, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama.

Cabeças de chave nº 2 e atuais campeões, Marcelo Melo e Lukasz Kubot não devem ter vida fácil diante dos britânicos Luke Bambridge e Johnny O’Mara.

Ao passo que o mineiro e o polonês conquistaram o ATP 500 de Halle, há alguns dias, os donos da casa ficaram com o título do ATP 250 de Eastbourne, nesta sexta-feira.

Bruno Soares e o britânico Jamie Murray, que ficam com o vice na grama de Quenn’s, recentemente, devem ter uma estreia mais tranquila contra o italiano Paolo Lorenzi e o espanhol Albert Ramos.

Enquanto isso, Marcelo Demoliner, que acabou de entrar pro grupo dos campeões de ATP, com o triunfo em Antalya, repete a parceria com o mexicano Santiago Gonzalez em Londres, jogando a primeira rodada contra o romeno Marius Copil e o grego Stafanos Tsitsipas.

Clezar e Monteiro perdem no quali e Brasil não terá representantes nas chaves de simples de Wimbledon

Os dois brasileiros na chave acabaram se despedindo já no primeiro dia do qualifying de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama.

Primeiro a entrar em quadra, Guilherme Clezar não ofereceu muita resistência ao italiano Thomaz Fabbiano e foi superado facilmente, com parciais de 6/2 e 6/3.

Depois, Thiago Monteiro fez um jogo mais equilibrado contra o francês Gregoire Barrere, levou ao terceiro, mas acabou perdendo por 6/4 2/6 e 6/3.

Com isso, o Brasil não terá representantes nas chaves de simples de Wimbledon, tanto na masculina, quanto na feminina.

Foto: Ricardo Moreira/DGW Comunicação

Monteiro e Clezar estreiam nesta segunda-feira no quali de Wimbledon

Os dois brasileiros na chave estreiam nesta segunda-feira no qualifying de Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada, disputado na grama.

Thiago Monteiro terá pela frente o francês Gregoire Barrere, nº 192 do mundo. Os dois já se enfrentaram uma vez, no saibro do Challenger de Lyon, em 2016, com vitória do brasileiro.

Vale lembrar que Monteiro só disputou a chave principal de Wimbledon uma vez, justamente no ano passado, quando perdeu o australiano Andrew Whittington e parou na segunda rodada, diante do russo Karen Khachanov.

O outro atleta nacional que vai buscar uma vaga na chave principal é Guilherme Clezar, que enfrenta o italiano Thomaz Fabbiano, nº 117 da ATP, em confronto que será inédito.

Clezar disputou o quali de Wimbledon em três oportunidades, 2013, 2015 e 2016, vencendo apenas um set no total de suas participações.

Depois de descanso no Brasil, Melo viaja para os EUA com foco no US Open

Marcelo Melo retornou ao Brasil na semana passada, trazendo o título de duplas de Wimbledon e a liderança do ranking mundial. No país, ao longo desses dias, falou de toda a emoção da conquista, cumpriu diferentes compromissos e, de volta para casa, aproveitou os momentos com a família, em Belo Horizonte (MG).

Agora, nesta segunda-feira (24), viaja novamente, seguindo para os Estados Unidos. Primeiro, para treinos em Miami, na Flórida. Na sequência, para Washington, onde a partir do dia 31 deste mês disputa o Citi Open – ATP 500, ao lado do parceiro, o polonês Lukasz Kubot. Será o primeiro de três torneios em preparação para o último Grand Slam da temporada, o US Open, no final de agosto.

“Washington é o início de uma série de três torneios em quadra rápida, visando o US Open. Depois do Citi Open, onde jogaremos na semana que vem, teremos Montreal, no Canadá, e Cincinnati, novamente nos Estados Unidos. Mais uma vez, como fizemos antes de Wimbledon, estaremos seguindo uma preparação, um passo a passo, jogo a jogo, em busca dos melhores resultados, tentando repetir o que conseguimos na sequência de disputas na grama”, explica Melo: “Será um calendário puxado, pois logo após essa sequência, em setembro, estarei disputando a Copa Davis pelo Brasil, ao lado do Bruno Soares, no Japão”, completa.

Assim, Marcelo retoma a rotina de viagens, treinos e jogos pouco mais de uma semana depois de ter conquistado o seu grande sonho na carreira, o título do tradicional torneio de Wimbledon. Em Londres, ele também voltou ao primeiro lugar no ranking mundial individual de duplas, posição que havia ocupado em 2015/2016. Além disso, junto com Kubot, lidera com folga o ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals, já tendo garantido antecipadamente a vaga. Melo passou, também, a ser recordista isolado de títulos entre os brasileiros, somando um total de 27 na carreira.

Ao longo desses dias, Melo – que agora tem dois títulos de Grand Slam (foi campeão em Roland Garros 2015) -, comemorou muito todas as conquistas e pode sentir quanto um título em Wimbledon é especial e muda a vida de quem passa a fazer parte da história do tradicional torneio inglês.

“Desde o título, eu estou sendo mais reconhecido pelas pessoas. Foi assim no avião, quando bateram palmas para mim, na imigração, nas ruas, nas duas entrevistas coletivas que fiz em São Paulo e Belo Horizonte, quando atendi dezenas de fãs, que pediram autógrafos e para tirar fotos. Wimbledon é Wimbledon, muito especial em tudo. Na emoção, na comemoração e no quanto as pessoas têm me cumprimentado. Fico feliz por tudo isso, por esse grande momento que estou vivendo. Agora é pensar nas próximas metas, começando pelo US Open”, concluiu.

Depois do título em Wimbledon, Melo define US Open e ATP Finals como próximas metas

Foram 14 jogos e 14 vitórias na grama. Uma sequência conquistada ao longo de três torneios, com três títulos comemorados. Entre eles, o grande sonho da carreira do tenista brasileiro Marcelo Melo: ser campeão de Wimbledon. Sonho que se tornou realidade no sábado (15), após uma maratona de quase cinco horas de partida ao lado de seu parceiro, o polonês Lukasz Kubot. E que foi seguida de muita emoção e vários momentos inesquecíveis, na quadra e fora dela, como a presença no tradicional Jantar de Gala, que encerrou a programação em Londres, na Inglaterra.

Agora, o campeão Melo está de volta ao Brasil, trazendo o tão sonhado e inédito troféu de Wimbledon, juntamente com o seu retorno ao primeiro lugar no ranking mundial individual de duplas – posição que já ocupou em 2015/2016 – e a vaga antecipada para o ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals – será sua quinta participação consecutiva. Além disso, passou a ser recordista isolado de títulos entre os brasileiros, somando um total de 27 na carreira.

O Brasil voltou a ser campeão em Wimbledon após 51 anos e pela primeira vez entre os homens em 140 anos de história do tradicional torneio inglês. A última comemoração havia sido nas duplas femininas, em 1966, com Maria Esther Bueno. E Melo acrescentou mais um Grand Slam a sua carreira – em 2015 conquistou o título de Roland Garros, em Paris, na França, ao lado do croata Ivan Dodig.

“Foi muito especial, por tudo que vivi, ser o primeiro brasileiro a comemorar o título. A maioria dos jogadores quer ganhar em Wimbledon. Meu grande sonho. Sempre gostei de jogar na grama e este ano os resultados vieram, nos torneios preparação e no nosso grande objetivo, em Londres. Momento inesquecível, que vem se juntar ao título em Roland Garros e ao primeiro lugar no ranking”, relembra Marcelo, que tem o patrocínio de Centauro, BMG e Itambé, com apoio da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), em entrevista coletiva na loja Centauro do Bourbon Shopping, em São Paulo, na manhã desta quinta-feira (20).

Os próximos passos – Meta alcançada, a dupla Melo e Kubot já olha para o futuro. O próximo torneio será a partir do dia 31 deste mês, em Washington, nos Estados Unidos: o Citi Open (ATP 500), iniciando a preparação em quadra rápida para o quarto Grand Slam do ano, o US Open, no final de agosto. Mais duas competições estão na programação, antes do Aberto dos Estados Unidos: Coupe Rogers (ATP 1000), em Montreal, no Canadá, e Western&Southern Open (ATP 1000), em Cincinatti (EUA).

“Posso dizer que, felizmente, tivemos de estipular novas metas, já que alcançamos o objetivo traçado em Wimbledon. Buscar novos títulos em Masters Series e, quem sabe, um grande resultado no US Open, sem falar no Finals, em Londres, onde acabamos de confirmar nossa vaga”, explica Marcelo. “Novos desafios, sempre passo a passo, jogo a jogo, tentando repetir esse ótimo momento na grama”, completa.

Na temporada, cinco títulos e 34 vitórias – O mineiro Marcelo Melo, 33 anos, e o polonês Lukasz Kubot, 35 anos, estão jogando juntos desde o início da temporada. Antes, formaram parceria em torneios como o ATP de Viena, onde foram campeões em 2015 e 2016.

“No começo do ano, estávamos nos conhecendo mais, buscando um caminho para formar uma boa dupla e hoje conseguimos isso, esse entrosamento, e os resultados apareceram. Nós nos entendemos muito bem, dentro e fora da quadra, em um relacionamento de muito respeito”, afirma Marcelo.

Com a vitória em Wimbledon, somaram nada menos do que 14 partidas invictas em quadra de grama e três conquistas nesse piso este ano, em uma trajetória que começou com o ATP 250 de ‘s’Hertogenbosch, na Holanda, passou pelo ATP 500 de Halle, na Alemanha, e terminou de forma brilhante em Wimbledon. Até o torneio holandês, Melo não tinha títulos na grama. Agora, soma três consecutivos e com o grande sonho realizado em Londres.

Melo e Kubot foram os campeões de duplas da edição 2017 do torneio de Wimbledon em uma partida com 4h39min de duração, derrotando o austríaco Oliver Marach e o croata Mate Pavic por 3 sets a 2, com parciais de 5/7, 7/5, 7/6(7/2), 3/6 e 13/11.

No ranking divulgado nesta segunda-feira (17), Melo apareceu como novo número 1 com 9.220 pontos, 1.280 pontos à frente do finlandês Henri Kontinen. Seu parceiro, o polonês Lukasz Kubot, subiu de oitavo para quarto lugar, agora com 7.140 pontos. Esta é a segunda vez que Melo ocupa a liderança do ranking mundial individual de duplas. A primeira foi em novembro de 2015, permanecendo como número um por 26 semanas.

Melo e Kubot são os atuais líderes do ATP Doubles Team Race to London, que define as oito melhores parcerias de 2017 para disputar o ATP Finals, somando 6.160, com 2.090 a mais do que a dupla segunda colocada, formada por Kontinen e o australiano John Peers. E já garantiram vaga para a edição deste ano – a única parceria classificada até agora. Será a quinta participação seguida de Marcelo, que jogou em Londres em 2013, 2014, 2015 e 2016, todas com Dodig.

Em 2017, a dupla já venceu, no total, 34 jogos, com apenas nove derrotas. Entre essas vitórias está a 400ª da carreira de Melo, obtida na estreia em Roland Garros.

Das 27 conquistas de Marcelo na carreira, cinco foram nesta temporada. O primeiro título em torneios ATP foi em 2007, no Estoril, em Portugal. Agora, tem dois Grand Slam – Roland Garros 2015 e Wimbledon 2017 -, além de um vice em Londres (2013) e duas semifinais no US Open. Na campanha do vice em Wimbledon e para ser campeão em Roland Garros, Melo jogou com o croata Ivan Dodig.

Este ano, Melo e Kubot comemoraram os títulos de dois Masters 1000 – Miami (Quadra Rápida) e Madri (Saibro) –, o ATP 250 de ‘s’Hertogenbosch, na Holanda (Grama) e o ATP 500 de Halle, na Alemanha (Grama). E, agora, Wimbledon.  Foram, assim, campeões em três diferentes pisos.

Na carreira, com 27 conquistas no total, duas em Grand Slam, Marcelo também lidera no número de títulos em Masters 1000. Em Madri chegou ao sétimo, depois de ganhar Shangai (2013 e 2015), Paris (2015), Toronto (2016), Cincinnati (2016) e Miami (2017).

Foto: Marcelo Pereira/M11 Photos