Já está definida uma semifinal
do Masters 1000 de Montreal, no Canadá, torneio que é disputado no piso duro.
O russo Andrey Rublev
garantiu sua vaga ao bater o favorito italiano Jannik Sinner, com parciais de
6/3 1/6 e 6/2. Seu melhor resultado no tornei até o momento foi em 2021, quando
ficou com o vice diante de Alexander Zverev.
Seu adversário por um lugar
na decisão será o italiano Matteo Arnaldi, que passou pelo experiente japonês
Kei Nishikori por 6/4 e 7/5. Arnaldi garantiu um lugar na semi logo em sua
segunda participação no torneio.
Esse será o terceiro
confronto entre eles no circuito. No primeiro, no piso duro do ATP de Viena, no
ano passado, o russo levou a melhor. Neste ano, em Roland Garros, a vitória
ficou com o italiano.
A outra semifinal só será
definida neste domingo e logo depois ela será disputada, em rodada dupla.
O norte-americano Sebastian Korda terá pela frente o alemão Alexander Zverve e, no mesmo horário, o australiano Alexei Poyprin joga contra o polonês Hurbert Hurkacz.
Novak Djokovic (SRB) com a medalha de ouro olímpica em Paris (Photo: Corinne Dubreuil)
Ele tentou e falhou, três vezes. Em Beijing perdeu para Rafael Nadal, no Rio para Juan Martin del Potro e em Tóquio para Alexander Zverev.
Mas, ele nunca desistiu do sonho. Neste domingo, 04 de agosto, Novak Djokovic conquistou a glória máxima do esporte. Depois de já ter todos os Grand Slams, ganhou o Ouro Olímpico em Paris.
Aos 37 anos e recém-operado do joelho, depois de ter rasgado o menisco direito, dois meses atrás, na mesma quadra Philip Chatrier que hoje o consagrou, Djokovic foi superior que o seu jovem adversário. Ganhou de Carlos Alcaraz, 21 anos, merecidamente por 76(3) 76(2).
Depois chorou como nunca. Se emocionou como se fosse a primeira conquista. E era, o primeiro ouro olímpico que ele orgulhosamente conquistava para a Sérvia.
“É difícil descrever. Eu estou muito orgulhoso. É diferente de tudo o que eu já conquistei na minha carreira. Isso supera tudo o que eu já conquistei até hoje,” disse Djokovic.
Alcaraz confessou que sentiu o peso de ganhar uma medalha de ouro para a Espanha e disse que estava mais nervoso do que nas outras finais de Grand Slam que disputou.
O bronze ficou com Lorenzo Musetti, que ganhou de Felix Auger Aliassime.
O jovem brasleiro de 17 anos, João Fonseca, conquistou neste domingo o primeiro título da categoria ATP Challenger Tour, ao vencer o australiano Li Tu por 6/1 6/4 e sem perder sets em toda a competição.
O carioca disputou a segunda final de challenger na carreira, depois de ter ficado com o vice no Challenger de Assunção, em março, quando perdeu uma final brasileira para Gustavo Heide.
“Um título que, com certeza, significa muita coisa. Depois de algumas semanas não jogando tão bem, vacilando muito, tanto na grama quanto no primeiro torneio na quadra rápida, essa semana foi fruto de todo o trabalho feito,” contou João.
“Joguei um bom nível de tênis, evoluí dia a dia, ganhei bons jogos e superei um jogador que perdi na semana passada. Muito feliz com o resultado, de passar dessa fase na minha segunda final de challenger. Isso é muito importante para mim e para a minha evolução como jogador. Bem feliz de ter dado mais um passo na minha carreira, agora é seguir trabalhando para ganhar cada vez mais,” finalizou ele, que ano passado terminou a temporada juvenil como no 1o do mundo e está apenas em seu primeiro ano como profissional.
Ele treina agora em Miami, durante uma semana e depois joga outro Challenger nos EUA, em Cary, antes de seguir para o qualifying do US Open.
Zheng Qinwen se tornou a primeira tenista da China a ganhar uma medalha de ouro em simples no tênis olímpico, com vitória sobre Donna Vekic, da Croácia, na final de simples feminina, por 6/2 6/3.
Donna Vekic (CRO) , prata , Qinwen Zheng (CHN) , ouro , Iga Swiatek (POL) , bronzel (Foto: Corinne Dubreuil)
“Eu estava vendo os outros atletas chineses ganharam medalhas e eu queria a minha também,” disse Zheng.
Para Vekic, que foi semifinalista de Wimbledon recentemente, em um jogo que poderia ter vencido, a conquista da prata foi uma realização. “Estou muito orgulhosa de ter vencido essa medalha para o meu país.”
Na disputa pelo bronze, a número um do mundo, Iga Swiatek, a polonesa número um do muno, derrotou Anna Schmiedlova, da Eslováquia, por 6/1 6/3. “Se eu não pudesse voltar aqui e jogar pela medalha eu estaria completamente arrasada,” comentou Switaek.
Lembro quando vi Andy Murray pela primeira vez. Era o início dos anos 2000 e ele jogava o torneio juvenil de Roland Garros.
Já havia algumas pessoas falando sobre ele. Um garoto escocês que treinava na Espanha, na Academia do Emilio Sanchez. O ex-jogador espanhol e treinador era colunista da Tennis View e nos contava que havia um futuro campeão treinando em Barcelona e que deveríamos dar uma olhada nele.
Fui vê-lo treinar. Mostrava talento, mas confesso que não me impressionei de cara.
Aos poucos ele foi chegando no circuito. Dois anos depois lembro de vê-lo na sala dos jogadores de Roland Garros, em um encontro com Novak Djokovic, fazendo alguma piada.
Os primeiros anos dele no circuito não foram fáceis. O menino que tinha escapado ao tiroteio em Dunblane, quando era criança, mostrava sua irritação por onde passava, não apenas com sua equipe na quadra.
O tempo foi passando e ele foi amadurecendo. Perdeu finais de Grand Slam antes de conquistar o primeiro dos seus grandiosos trofeus, no US Open, em 2012.
Suas derrotas o tornaram “humano”. Quando ele enfim venceu Wimbledon, em 2013, se tornando o primeiro britânico desde Fred Perry a conseguir tal feito, entrou para a história inglesa, ou melhor do esporte. É um dia que todos nós amantes do tênis lembramos. Três anos depois ele repetiu a vitória.
Naquele 2016 se tornou também o único jogador a ter duas medalhas olímpicas de simples. Já havia sido ouro em Londres 2012 e conquistou o ouro no Rio também.
Andy Murray (GBR) (Photo: Paul Zimmer)
Foi número um do mundo, ganhou o ATP Finals e talvez seja o jogador que mais demonstrou amor ao esporte.
Sofreu com inúmeras lesões e cirurgias, principalmente no quadril. Fez um implante e voltou a jogar com um quadril de metal.
Competiu no circuito Challenger como se estivesse na Catedral do Tênis.
Hoje, disse adeus, em Paris, nos Jogos Olímpicos, ao ser eliminado nas quartas-de-final de duplas. Mas, não foi uma derrota, foi uma vitória ele ter chegado tão longe.
Luisa Stefani e sua parceira Bia Haddad Maia foram superadas, nesta quarta-feira (31), nas oitavas de final dos Jogos Olímpicos de Paris, realizados no saibro de Roland Garros, na capital francesa. Elas caíram diante das britânicas Katie Boulter e Heather Watson por 6/3 6/4.
“O mérito delas foi ter nos colocado sob pressão o tempo todo, mas obviamente poderíamos ter feito muito mais. Começo dos pontos, não ter deixado elas abrirem tanto o placar. Tivemos um 0/40 e um 15/40 no segundo set, nossas únicas chances não aproveitamos. Aí o jogo fica mais parelho, e precisávamos elevar o nível e não conseguimos. Tem dias que você tenta e acaba não encaixando. Elas estavam confiantes o tempo inteiro”, disse Luisa.
Luisa destacou a força da dupla com Bia Haddad: “Acredito que temos uma dupla muito forte, muito completa, claro que hoje teríamos que fazer coisas melhores, performar melhor. Infelizmente acabou o tênis para nós aqui na Olimpíada, gostaria de ter feito uma campanha melhor e os meninos também. Sei o quanto isso nos ajudou nas últimas Olimpíadas, o quanto dá de visibilidade, pessoas aprendendo sobre o nosso esporte. Agora é ver um pouco da experiência olímpica, torcer para a Demi Schuurs (parceira fixa do circuito), que está na semi de mistas, e voltar para quadra rápida, pois semana que vem já tem torneio”, finalizou Stefani que disputa o WTA 1000 de Toronto, no Canadá. Na sequência joga em Cincinnati, nos Estados Unidos, e o US Open no final de agosto.
Prestes a realizar sua décima primeira edição em 2025, o Rio Open recebeu em 2024, pelo quarto ano consecutivo, o prestigiado certificado de ‘Carbono Neutro’ da Organização das Nações Unidas (ONU). Tal reconhecimento é fruto dos esforços voluntários da plataforma de sustentabilidade Rio Open Green, que tem como objetivo minimizar o impacto ambiental, atuando em duas frentes de forma paralela e complementar: na gestão eficiente e sustentável de resíduos e na redução e compensação das emissões geradas.
O principal torneio de tênis da América do Sul e um dos maiores da América Latina tem como missão ser um evento de excelência, com atitudes sustentáveis que contribuam para a sociedade, respeitem o meio-ambiente, inspirem e sensibilizem as pessoas. Desde 2020, em parceria com a ENGIE, patrocinadora do torneio, o Rio Open busca neutralizar seu impacto climático e mitigar suas emissões de CO2 provenientes tanto do evento em si quanto do deslocamento dos espectadores. Esta iniciativa tem sido eficaz, resultando na neutralização de 4.686 toneladas de CO2eq, materializada através de créditos de carbono oriundos da produção de energia renovável da Hidrelétrica Jirau Energia, registrada no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo das Nações Unidas ONU e que tem como acionistas a ENGIE (40%), Eletrosul (20%), Chesf (20%) e Mitsui (20%).
“Desde a criação do Rio Open, buscamos aliar o poder transformador do esporte ao impacto positivo na sociedade. Fazer a nossa parte para contribuir com um futuro cada vez mais sustentável é mais que um compromisso assumido, é um privilégio. Queremos evoluir a cada ano e inspirar novas atitudes em todos ao nosso redor, sendo os agentes da mudança que o nosso planeta precisa”, afirma Marcia Casz, diretora geral do Rio Open.
“Nosso propósito é agir para acelerar a transição para uma economia neutra em carbono por meio do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis, o que inclui a redução e a neutralização de emissões. Nosso objetivo em apoiar eventos como o Rio Open é garantir que, a cada ano, eles se tornem mais sustentáveis”, comenta o CEO da ENGIE no Brasil, Mauricio Bähr.
“Começamos descarbonizando o evento em si. Depois, descarbonizamos o deslocamento dos atletas e, desde o ano passado, também é computado o deslocamento do público. No início, em 2019, investimos cerca de 400 créditos de carbono e, em 2023, já passamos para quase 1.500. Cada crédito equivale a uma tonelada de CO2”, afirma Edson Silva, diretor-presidente da Jirau Energia.
Rio Open Green
O Rio Open Green representa o compromisso ambiental do evento, focado na gestão eficiente de resíduos e na neutralização de emissões. Além da neutralização das emissões de carbono, a reciclagem representa uma ação prioritária no pilar de sustentabilidade da plataforma. Em 2023, apenas 10% do resíduo total do evento não foram reciclados, incluindo todo o período de montagem e desmontagem, fato considerado um marco importante na história do torneio e que estabelece um novo patamar para os próximos anos em busca de uma melhoria contínua.
A jornada sustentável do Rio Open começa muito antes do início do torneio, incorporando princípios de circularidade na gestão dos resíduos e investindo em ações que contribuem para atingir as metas de reciclagem. Já durante o evento, outras ações são colocadas em prática, como: reutilização das cordas das raquetes, coleta de tampinhas de garrafas para iniciativas futuras e redirecionamento de bolas e sobras de uniformes para projetos sociais. Desde 2023, o estande Rio Open Green está aberto ao público e traz informações com foco na conscientização e engajamento sobre as iniciativas ambientais do torneio e com cálculo de emissões in loco.
Rio Open Ace
O Rio Open Ace é o pilar social do torneio, centrado no poder do esporte como uma ferramenta de inclusão e transformação social. Desde 2015, o programa tem se dedicado ao desenvolvimento pessoal e profissional de crianças e jovens, colaborando com projetos sociais e impactando mais de 900 famílias. Essas iniciativas contribuem para a redução das desigualdades sociais e acontecem ao longo de todo o ano através de diversas iniciativas, como o Torneio Winners, o treinamento de boleiros, os cursos de encordoamento (certificado pela ERSA – European Racquet Stringers Association) e as doações de materiais aos projetos apoiados.
Diversidade e inclusão
O compromisso com a promoção da diversidade e o respeito às diferenças é uma das prioridades do Rio Open, valorizando a riqueza que surge do encontro entre pessoas com histórias, experiências e preferências diversas. Como parte contínua desse processo, palestras foram promovidas buscando sensibilizar a todos sobre a importância de um ambiente de trabalho diverso e inclusivo. Além disso, uma Ouvidoria, disponível para todas as pessoas que frequentam ou trabalham no Rio Open, foi criada com o objetivo de oferecer suporte e acolhimento a quem se sentir desrespeitado durante a realização do evento.
Impacto Econômico
O Rio Open gera um impacto econômico considerável nas comunidades e na economia local. A relevância do evento e a experiência de excelência atraem um turismo qualificado, que consome localmente, impactando a rede hoteleira, pontos turísticos e a gastronomia local, gerando empregos e estímulos indiretos em diversos setores da economia de forma sustentável.
A 10ª edição do Rio Open foi histórica tanto dentro quanto fora de quadra. Com ingressos esgotados desde 2023, o torneio, que reuniu grandes nomes do tênis mundial no Jockey Club Brasileiro, bateu recorde de público com 65 mil pessoas ao longo dos nove dias, e movimentou mais de R$ 160 milhões na economia no Estado do Rio, entre turismo e geração de empregos, com mais de 5 mil vagas diretas e indiretas.
Em 2025, a sustentabilidade continuará sendo um pilar essencial para o Rio Open. O compromisso com práticas ambientais responsáveis e a busca constante por novas formas de minimizar o impacto ecológico do torneio permanecerão no centro das ações do evento. Através da continuidade das iniciativas da plataforma Rio Open Green, o principal torneio de tênis da América do Sul reafirma sua dedicação em promover um futuro mais sustentável e consciente para todos os seus participantes e espectadores.
O Rio Open chega à sua décima primeira edição, de 15 a 23 de fevereiro de 2025, mais uma vez no Jockey Club Brasileiro (RJ), tendo apresentado em sua galeria de campeões nomes como Rafael Nadal, David Ferrer, Pablo Cuevas, Dominic Thiem, Diego Schwartzman, Laslo Djere, Cristian Garin, Cameron Norrie, Sebastián Báez e Carlos Alcaraz. E não é só! Entre os tenistas que já estiveram no top 10 do ranking da ATP, o Rio Open também viu em ação Kei Nishikori, Jo-Wilfried Tsonga, John Isner, Marin Cilic, Gael Monfis e Fabio Fognini.
O Rio Open é uma realização da IMM com o apoio do Instituto Carioca de Tênis.
Bia Haddad e Laura Pigossi
estreiam neste sábado nos Jogos Olímpicos de Paris, na França, torneio que será
disputado no saibro.
Bia será a favorita diante da
tenista local Varvara Gracheva, número 68 do mundo, em confronto que será
inédito no circuito. A partida deve começar por volta das 08h30min, horário de
Brasília.
No mesmo horário, Laura
Pigossi terá pela frente a ucraniana Dayana Yastremnska, número 26 do ranking
da WTA. As duas já se enfrentaram uma vez ao longo da carreira, no WTA de
Bogotá, em 2022, com vitória da brasileira.
Um pouco mais tarde, por
volta das 12h, Bia entra em quadra novamente, pela chave de duplas, ao lado de
Luisa Stefani, enfrentando as chinesas Shuai Zhang e Yue Yuan.
“Não tem jogo fácil aqui, vamos pra cima na estreia contra as chinesas. Conheço bem a Shuai, já foi minha parceira e da Bia. A Yuan não conheço muito bem, mas precisamos impor nosso jogo desde o conheço, jogar com garra, energia alta, conversar com o time sobre a tática e buscar passar essa primeira rodada. Aqui não tem jogo mole, o que importa é química, força de vontade, quem quer mais, jogar com coração e vontade. Que comece Paris”, disse Luisa.
Sir Andy Murray (GBR) , Angelique Kerber (GER) , Rafael Nadal (ESP) , Elina Svitolina (UKR) and Stan Wawrinka (SUI) pose for a group picture at the official draw. (Photo: Paul Zimmer)
Já estão definidos os confrontos do tênis, dos Jogos Olímpicos de Paris. As chaves de todas as modalidades foram sorteadas nesta quinta-feira, no Club des Loges de Roland Garros.
Com a presença de Andy Murray, Rafael Nadal, Elina Svitolina, Angelique Kerber e Stan Wawrinka, foi dado o primeiro passo em busca das tão sonhadas medalhas olímpicas.
O Brasil está representado em Paris por:
Beatriz Haddad Maia; Laura Pigossi; Thiago Monteiro e Thiago Wild na simples.
Beatriz Haddad Maia e Luisa Stefani nas duplas
Thiago Monteiro e Thiago Wild nas duplas.
Na espera – Thiago Wild e Luisa Stefani nas duplas mistas.
Bia estreará contra Varvara Gracheva e Laura contra Dayana Yastremska.
Thiago Monteiro encarará Sebastian Baez e Wild, Tomas Etcheverry.
Nas duplas, Monteiro e Wild pegam Bublik e Nedovyesov e Bia e Luisa enfrentam Yuan e Zhang.
Thiago Wild venceu mais uma e
está nas oitavas de final do ATP 250 de Kitzbuhel, na Áustria, torneio que é
disputado no saibro e que serve como preparação para os Jogos Olímpicos de
Paris.
Nesta quinta-feira, o
brasileiro venceu o sérvio Laslo Djere por 4/6 6/3 6/2 e nas quartas de
final enfrenta o alemão Yannick Hanfmann.
“Foi um jogo super difícil, o Laslo é um jogador que já
tem vários títulos ATP, ótimos resultados, ótimas vitórias, inclusive eu já
tinha perdido pra ele três vezes. Acho que hoje consegui encontrar uma maneira
de jogar diferente, subi bastante a energia e a intensidade do jogo, me manter
focado e positivo nos momentos mais difíceis. Muito feliz de estar nas quartas
de final aqui, mais uma quartas de ATP, mas tem que seguir trabalhando que
amanhã tem outro jogo duro e preciso de uma boa estratégia para enfrentar o
Yannick Hanfmann, outro jogador perigoso, que vem muito bem e também tem
retrospecto positivo de duas vitórias contra uma minha.” afirmou o
brasileiro.
Wild e Hanfmann já se enfrentaram três vezes ao longo da carreira, todas no saibro, com duas vitórias do alemão.