Brasil e Equador empatam no primeiro dia de jogos da Copa Davis. Clezar sente lesão e está fora do confronto

Rogerinho peqO Brasil terminou o primeiro dia de confronto empatado com o Equador em 1 a 1 na Copa Davis, A Copa do Mundo do Tênis, no estádio Pancho Segura Cano, em Guayaquil. Neste sábado, às 15h30 (de Brasília), a dupla brasileira formada por Bruno Soares e Marcelo Melo entra em quadra na busca pelo segundo ponto.

Rogerio Dutra Silva foi o primeiro a entrar em quadra nesta sexta-feira para enfrentar o equatoriano Julio Cesar Campozano na abertura do confronto.

Com um jogo de longas trocas de bolas, Campozano dificultou para o brasileiro, mas não conseguiu evitar a vitória de Rogerinho por 3 sets a 1, com parciais de 6/4, 2/6, 6/4 e 6/4, em 3h17min de partida.

“Acho que mentamente e fisicamente junto à minha equipe fiquei focado no que tinha que fazer taticamente em todos os sets e nos momentos importantes consegui subir um pouco o meu nível e sair com a vitória”, afirmou Rogerinho após vencer Campozano.

Guilherme Clezar entrou para a segunda partida de simples e começou bem diante do equatoriano Emilio Gomez ao vencer o primeiro set no tie-break por 7/6(3). Depois de nova disputa equilibrada na segunda parcial, Gomez conseguiu uma quebra no serviço do brasileiro para fazer 6/4 e igualar a partida.

Ainda no início do terceiro set, com o placar em 1/1, Clezar levou a mão à região da virilha ao tentar uma devolução de saque. O gaúcho recebeu atendimento em quadra do fisioterapeuta Paulo Roberto Santos acompanhado do médico Ricardo Diaz, tentou retornar à quadra, mas não conseguia sacar e abandonou a partida.

Logo após deixar a quadra Pancho Segura Cano, no Guayaquil Tenis Club, Guilherme Clezar foi levado a um hospital para fazer uma ressonância magnética, que constatou uma lesão no músculo adutor da coxa direita.

De acordo com o diagnóstico do Dr. Ricardo Diaz, médico da equipe brasileira, o tenista não tem condições de jogar domingo contra Julio Campozano e terá de ficar afastado das quadras e fazer tratamento no período entre um e três meses.

“Na ressonância deu uma lesão perto da região do púbis e vai ser complicado. No domingo o Gui não vai poder jogar, vamos ter que lutar muito pelos pontos que a gente pode ganhar com a dupla amanhã e com o Rogerinho no primeiro jogo do domingo. Caso seja necessário, um dos meninos da dupla vai ter que entrar para jogar no último jogo no domingo”, afirma o capitão João Zwetsch.

“Foi uma infelicidade, ele estava bem no jogo. O Dr. Ricardo Diaz falou que foi uma lesão pontual, não tinha nada anterior. Ele stava jogando legal, era a primeira partida. Infelizmente aconteceu e todo mundo está sujeito a isso. O importante é que a gente está firme independente de o Gui não poder jogar e vamos tentar ganhar o confronto”, completa o capitão, lembrando que não é permitida a substituição de Clezar por um quinto jogador.

Foto: Jose Alvarado

Sorteio que define a ordem do confronto entre Brasil e Equador na Copa Davis será nesta quinta-feira

Zwestch e Rogerinho peqA equipe do Brasil conhecerá nesta quinta-feira a ordem das partidas do confronto com o Equador no Zonal Americano da Copa Davis, que tem as partidas de sexta-feira a domingo no estádio Francisco Segura Cano, em Guayaquil, no Equador.

O sorteio da ordem das partidas será realizado às 11h locais (13h de Brasília) desta quinta-feira no Guayaquil Tenis Club, mesmo local das partidas válidas pelo confronto na disputa pela vaga no Playoff do Grupo Mundial.

Em grande momento do Brasil nas duplas, com dois tenistas entre os cinco melhores do ranking mundial, Bruno Soares e Marcelo Melo terão um novo desafio diante do Equador, que será o desconhecimento dos adversários, o que Bruno considera um fator perigoso.

“Copa Davis é sempre um grande desafio, muitas vezes acontece de você não saber muito o que esperar. No dia a dia do circuito a gente sabe mais o que vem pela frente e neste confronto a gente sabe que são bons jogadores, mas não temos muita informação”, explica Soares.

“Temos que saber a estratégia que vamos jogar e fazer com que a gente dite o ritmo do jogo. Caso seja necessário o ajuste, alguma coisa para adaptar, a gente vai fazendo durante o jogo. Vamos fazer a nossa estrategia e o que a gente tem de melhor”, completa o tenista mineiro.

O capitão João Zwetsch espera um confronto equilibrado e vê perigo no jogo dos adversários em relação à Copa Davis, que tem disputa em cinco sets e uma disputa mais emocional. Mesmo com ranking dos brasileiros superior em simples e nas duplas, ele avisa que a experiência e o jogo aguerrido dos equatorianos conta muito no confronto.

“A característica fundamental dos jogadores deles, principalmente os de simples, que devem ser o Julio Campozano e o Emilio Gomez, é que eles são jogadores competitivos, têm um bom nível. Embora não tenham grandes armas, eles jogam em casa, são muito aguerridos e para esse tipo de competição isso ajuda muito”, afirma Zwetsch.

“O Marcelo e o Bruno estão em nível bem mais alto que o da dupla deles, mas a gente tem que trabalhar duro em quadra para estabelecer um bom tênis. Apesar do favoritismo na dupla, nada se ganha antes. Todos na equipe têm essa consciência”, reforça o capitão brasileiro.

A equipe do Brasil da Copa Davis no Equador é formado pelos tenistas Rogerio Dutra Silva, Guilherme Clezar, Bruno Soares e Marcelo Melo, além do capitão João Zwetsch, o auxiliar técnico Daniel Melo, o preparador físico Eduardo Faria, o fisioterapeuta Paulo Roberto Santos, o médico Ricardo Diaz, os tenistas reservas Thiago Monteiro e José Pereira, além do chefe da delegação Paulo Moriguti.

A equipe equatoriana é formada pelos tenistas Emilio Gomez, Julio Cesar Campozano, Giovanni Lapentti e Gonzalo Escobar, comandados pelo capitão Raul Viver. O confronto acontece em quadra descoberta de saibro da arena Francisco Segura Cano, em Guayaquil, no Equador.

Confira abaixo a programação:

Quinta-feira, 3 de abril: Sorteio da ordem dos jogos – 13h (de Brasília)

Sexta-feira, 4 de abril: Partidas de simples a partir das 12h (de Brasília)

Sábado, 5 de abril: Partida de duplas a partir das 15h30 (de Brasília)

Domingo, 6 de abril: Partidas de simples a partir das 12h (de Brasília)

As partidas do confronto entre Brasil e Equador serão transmitidas ao vivo pelo Sportv 2

Foto: Jose Alvarado

Brasil faz primeiro treino com equipe completa para a Copa Davis no Equador

Clezar - João PiresO Brasil realizou nesta segunda-feira o seu primeiro dia de treinos com a equipe completa para enfrentar o Equador em Guayaquil entre os dias 4 e 6 de abril no Zonal Americano da Copa Davis, a Copa do Mundo do Tênis.

A delegação brasileira desembarcou em Guayaquil no domingo com os tenistas titulares de simples Rogério Dutra Silva e Guilherme Clezar, além dos reservas Thiago Monteiro e José Pereira, e parte da comissão técnica com o capitão João Zwetsch, o preparador físico Eduardo Faria, o fisioterapeuta Paulo Roberto Santos e o médico Ricardo Diaz, além do chefe de delegação Paulo Moriguti.

Rogerinho, Clezar, Monteiro e Pereira realizaram o primeiro treinamento em quadra ainda na tarde de domingo acompanhados da equipe técnica.

Os duplistas Bruno Soares e Marcelo Melo chegaram a Guayaquil na noite de domingo acompanhados pelo auxiliar técnico Daniel Melo e nesta segunda-feira também fizeram o primeiro trabalho de preparação visando o confronto.

Um imprevisto atrapalhou a delegação brasileira, que teve a bagagem com parte dos uniformes Asics de treino e jogo extraviados no voo da companhia aérea LAN, que ainda não deu nenhuma satisfação à equipe sobre os uniformes dos tenistas Bruno Soares, Marcelo Melo e Rogerio Dutra Silva, além do técnico Daniel Melo.

O sorteio da ordem das partidas no confronto entre Brasil e Equador na Copa Davis será na quinta-feira. Na sexta-feira a disputa começa com os jogos de simples a partir das 10h locais (12h de Brasília). A partida de duplas será no sábado, às 13h30 locais (15h30 de Brasília). O encerramento do confronto será no domingo, a partir das 10h locais (12h de Brasília).

As partidas serão disputadas em quadra descoberta de saibro no estádio Francisco Segura Cano, com capacidade para 1.500 espectadores. Os jogos do confronto terão transmissão ao vivo do Sportv 2.

Foto: João Pires

Clezar, Rogerinho, Bruno e Marcelo jogam a Davis. Bellucci fica fora contra o Equador

Melo e Soares peqA equipe do Brasil foi definida nesta terça-feira pelo capitão João Zwetsch para enfrentar o Equador em Guayaquil entre os dias 4 e 6 de abril no Zonal Americano da Copa Davis, a Copa do Mundo de Tênis, em busca de uma vaga no Playoff do Grupo Mundial.

A equipe será formada pelos tenistas Bruno Soares, Marcelo Melo, Rogerio Dutra Silva e Guilherme Clezar, além dos reservas Thiago Monteiro e José Pereira, com a comissão técnica formada pelo capitão João Zwetsch, o auxiliar técnico Daniel Melo, o preparador físico Eduardo Faria, o fisioterapeuta Paulo Roberto Santos e o medico Ricardo Diaz.

A equipe brasileira não poderá contar com o tenista Thomaz Bellucci, que decidiu ficar ausente com o apoio de sua equipe técnica e médica, além do capitão João Zwetsch, para dar sequência aos exames a que vem sendo submetido devido a problemas físicos.

“Jogar a Copa Davis sempre foi uma prioridade para mim. Foi uma decisão muito difícil, mas tenho que pensar na minha saúde neste momento e achar uma solução para este problema. Minha equipe técnica e médica e me aconselharam a não jogar, e o João (Zwetsch) compreendeu perfeitamente a minha situação então me sinto mais seguro em abrir mão da Copa Davis e não trazer nenhum prejuízo para a equipe, caso o problema volte a acontecer”, explicou o tenista número 1 do Brasil.

Na semana passada, Bellucci precisou desistir da partida de estreia do qualifying do Masters 1000 de Miami com problemas de desidratação, quando enfrentava o belga Ruben Bemelmans. Em fevereiro, ele também apresentou o mesmo problema em Buenos Aires.

Bellucci voltou ao Brasil e está fazendo uma série de novos exames. “Como já dissemos, o Thomaz tem uma perda hídrica importante. Precisaremos de pelo menos duas semanas de testes para melhor investigar tais sintomas e propor uma melhor relação de reposição energética e hídrica”, destacou o médico do esporte Gustavo Magliocca.

O capitão da Copa Davis, João Zwetsch, também concordou com a decisão de Bellucci. “Eu e o Thomaz conversamos bastante e eu compreendi a sua decisão. Óbvio que ele gostaria de jogar, está sempre à disposição da Copa Davis, mas está ansioso por resolver seu problema, receoso em jogar em Guayaquil, que apresenta as mesmas condições climáticas de Miami, e trazer algum prejuízo à equipe. Espero que ele se recupere o mais rápido possível.”

As partidas do confronto entre Brasil e Equador serão disputadas no estádio Francisco Segura Cano, no Guayaquil Tenis Club, com capacidade para 1.500 espectadores. As partidas acontecem a partir das 10h locais (12h de Brasília) na sexta-feira, dia 4 de abril, e no domingo. No sábado o jogo de duplas será a partir das 13h locais (15h de Brasília).

Soares e Peya vencem de virada na estreia do Masters 1000 de Indian Wells

Soares e Peya -  Valência 2 peqComo já era esperado, o mineiro Bruno Soares enfrentou dificuldades, mas estreou com vitória na chave de duplas do Masters 1000 de Indian Wells, primeiro Masters da temporada, disputado no piso duro.

Ao lado do austríaco Alexander Peya, o nº 3 do mundo passou de virada pela parceria formada pelo norte-americano Eric Butorac, ex-parceiro de Bruno, e o sul-africano Raven Klaasen, com parciais de 2/6 7/6(4) e 10/6.

Na próxima rodada, Soares e Peya encaram os britânicos Jonathan Marray e Andy Murray, que venceram na primeira rodada o argentino Juan Monaco e o francês Gael Monfils por 6/4 4/6 e 11/9.

Melo e Dodig vencem na primeira rodada em Indian Wells. Soares e Peya jogam neste sábado

Melo - Finals peqDe volta às quadras após um curto período de descanso em Belo Horizonte (MG), o brasileiro Marcelo Melo começou com vitória sua campanha no Masters 1.000 de Indian Wells, nos Estados Unidos.

Ao lado do croata Ivan Dodig, seu parceiro habitual, ele avançou para segunda rodada ao vencer o bielorusso Max Mirnyi e o russo Mikhail Youzhny por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2, após quase uma hora de partida.

O brasileiro e o croata, que não jogavam juntos desde o ATP 500 de Roterdã, na Holanda, no início de fevereiro.Nas oitavas de final, eles aguardam a dupla vencedora do confronto entre o holandês Jean-Julien Rojer e o romeno Horia Tecau diante dos britânicos Colin Fleming e Ross Hutchins.

Soares e Peya jogam neste sábado

Neste sábado, Bruno Soares e Alexander Peya, cabeças de chave nº 2, estreia contra a parceria formada pelo norte-americano Eric Butorac, ex-parceiro de Bruno, e o sul-africano Raven Klaasen. A forte dupla já fez ótimas campanhas este ano, ficando com o vice do Australian Open e com o título do ATP 250 de Memphis. Nos dois torneios, eles bateram os irmãos Bob e Mike Bryan.

Soares e Peya tem estreia difícil em Indian Wells. Melo e Dodig encaram Mirnyi e Youzhny

Soares e Peya - Paris peqBruno Soares e Alexander Peya terão estreia difícil no Masters 1000 de Indian Wells, primeiro Masters do ano, disputado no piso duro.

Cabeças de chave nº 2, o mineiro e o austríaco enfrentam na primeira rodada a parceria formada pelo norte-americano Eric Butorac, ex-parceiro de Bruno, e o sul-africano Raven Klaasen. A forte dupla já fez ótimas campanhas este ano, ficando com o vice do Australian Open e com o título do ATP 250 de Memphis. Nos dois torneios, eles bateram os irmãos Bob e Mike Bryan.

No ano passado, Bruno e seu parceiro Peya pararam na semifinal do torneio norte-americano.

O outro brasileiro na chave de duplas é Marcelo Melo, que joga ao lado do seu parceiro habitual, o croata Ivan Dodig.

Cabeças de chave nº 3, eles encaram na estreia o bielorrusso Max Mirnyi e o russo Mikhail Youzhny.

A melhor campanha do mineiro no torneio foi no ano passado, quando chegou às quartas de final, também ao lado do croata Dodig.

Para conferir a chave completa, clique aqui.

Quarta-feira do Brasil Open tem Haas, Almagro, Feijão e Soares em quadra

Haas peqA programação desta quarta-feira no Ginásio do Ibirapuera terá os principais favoritos ao título em ação no Brasil Open 2014. O tricampeão Nicolas Almagro fará a segunda partida do dia, o alemão Tommy Haas, cabeça de chave 1, abre a rodada noturna às 19h e Bruno Soares fecha a programação ao lado do austríaco Alexander Peya. Os jogos começam às 12h30 e o dia ainda terá o brasileiro João Souza, o Feijão, em busca das quartas de final.

Campeão em 2008, 2011 e 2012, Almagro é o cabeça de chave 2 e enfrenta o argentino Federico Delbonis, 61º do mundo. Este será o terceiro duelo entre eles em torneios no saibro sul-americano e o ex-top 10 venceu os dois anteriores em sets diretos, em Buenos Aires, em 2012 e 2013.

“Tenho a sorte de ter conquistado títulos aqui, fazer semifinal. Esses resultados me dão confiança e é questão de tempo para a minha total recuperação acontecer, além de pegar o ritmo de competição”, disse Almagro ao admitir que não teve um bom início de temporada.

Na terceira partida do dia, que não acontecerá antes das 17h, Feijão encara o espanhol Albert Montanes, 68º. Nas oitavas de final pelo segundo ano seguido em São Paulo, o tenista de Mogi das Cruzes busca sua melhor campanha no torneio. O espanhol venceu de virada o único encontro entre eles, em 2011, em um Challenger na Polônia.

Cabeça de chave 1 e número 12 do mundo, Haas joga às 19 horas contra o italiano Potito Starace, que venceu três jogos no qualifying e nesta terça bateu o colombiano Alejandro Gonzalez de virada na chave principal. O confronto é inédito no circuito profissional.

Duplas
No encerramento da rodada, a segunda melhor parceira do mundo faz sua estreia no torneio. Soares e Peya, que já têm duas finais nesta temporada, enfrentam a dupla formada pelo espanhol Guillermo Garcia-Lopez e pelo austríaco Philipp Oswald. Campeão das três últimas edições do torneio com parceiros diferentes, o mineiro destaca a parceria consolidada com Peya para se sentir ainda mais confiante.

“O Brasil Open realmente tem sido bom para mim, definitivamente é muito especial. Nos últimos dois anos eu me senti muito bem aqui no Ibirapuera, é um lugar que eu gosto de jogar. Essa quadra central é muito bonita, o público comparece e dá a maior força. Acho que este ano é mais animador, voltando (a São Paulo) com o Alex, já uma dupla consolidada, é um cara que eu estou jogando há quase dois anos. A expectativa é ainda mais positiva que nos últimos anos”, afirmou Soares.

Na quadra 1, o dia é reservado às duplas, com destaque para os colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah, cabeças 2, que jogam às 12h30 diante do norte-americano Nicholas Monroe e do alemão Simon Stadler. Os brasileiros Guilherme Clezar e Marcelo Demoliner também jogam, às 14 horas, contra a parceria argentina Maximo Gonzalez/Juan Monaco.

PROGRAMAÇÃO DESTA QUARTA-FEIRA

QUADRA CENTRAL
12h30
Horacio Zeballos (ARG) vs Guido Pella (ARG) (Sportv)
A seguir
Federico Delbonis (ARG) vs [2] Nicolas Almagro (ESP) (Sportv/Bandsports)
Não antes das 17h
[WC] João Souza (BRA) vs Albert Montanes (ESP) (Sportv/Bandsports)
Não antes das 19h
[1] Tommy Haas (GER) vs [Q] Potito Starace (ITA) (Sportv/Bandsports)
A seguir
[1] Alexander Peya (AUT) / Bruno Soares (BRA) vs Guillermo Garcia-Lopez (ESP) / Philipp Oswald (AUT) (Sportv/Bandsports)

QUADRA 1
12h30
Nicholas Monroe (USA) / Simon Stadler (GER) vs [2] Juan Sebastian Cabal (COL) / Robert Farah (COL)
Não antes 14h
Maximo Gonzalez (ARG) / Juan Monaco (ARG) vs [WC] Guilherme Clezar (BRA) / Marcelo Demoliner (BRA)
Não antes das 15h
[4] Pablo Cuevas (URU) / Horacio Zeballos (ARG) vs Frantisek Cermak (CZE) / Mikhail Elgin (RUS)
Danielle Bracciali (ITA) / Leonardo Mayer (ARG) vs Paolo Lorenzi (ITA) / Filippo Volandri (ITA)
Robin Haase (NED) / Christopher Kas (GER) vs [3] Andre Begemann (GER) / Martin Emmrich (GER)

Foto: William Lucas/Inovafoto

Melo e Marrero vencem italianos e estão na final de duplas do Rio Open

Melo peqA primeira edição do Rio Open já tem um brasileiro na final. O mineiro Marcelo Melo, ao lado de David Marrero, garantiu vaga na decisão das duplas nesta sexta-feira (21), ao vencer os italianos Fabio Fognini e Daniele Bracciali por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 2/6 e 10/8, após 1h09min de jogo.

“Começamos o jogo muito bem e não demos chances a eles. Mas eles entraram na partida no set seguinte e conseguiram uma quebra no início, dificultando bastante para gente. Mantivemos o foco no super tie-break e conquistamos a vitória”, conta Melo.

Na final do torneio carioca, que está sendo disputado no Jockey Club Brasileiro, o mineiro e o espanhol enfrentam os colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah, que nesta tarde derrotaram Bruno Soares e Alexander Peya pelo placar de 6/4 e 6/2. A partida deve ocorrer neste domingo (23), ainda com horário a ser divulgado pela organização.

“Não podemos mudar nossa maneira de pensar o jogo. Precisamos entrar focados e aproveitar as chances que aparecem na partida”, declara Melo.

Com a vaga na decisão, o brasileiro busca o 14º título na carreira, sendo o segundo neste ano. Em janeiro, conquistou o ATP 250 de Auckland, na Nova Zelândia, ao lado do austríaco Julien Knowle.

Foto: Rio Open/FotoJump

 

Bruno Soares: “Entre um título de Slam e ser nº 1 do mundo, eu escolheria o topo do ranking”

Soares e Peya 1 peqBruno Soares, nº 3 do mundo no ranking de duplas, é um dos principais destaques do Rio Open, ATP 500 disputado nas quadras de saibro do Jockey Club Brasileiro.

Além do sucesso nas quadras, o mineiro, que ainda é extremamente simpático, falou um pouco com a Tennis View sobre interação com o público, formação acadêmica do tenista e o sonho de ser nº 1.

Sendo um dos jogadores brasileiros mais queridos pelo público em fóruns e redes sociais, o mineiro falou sobre essa relação com os torcedores.

“Eu gosto muito dessa interação. Primeiro porque esse é o meu jeito, sou um cara fácil de lidar, converso com todo mundo. E eu acho que o pessoal que está ali, que me segue, faz isso por gostar do que eu faço, eu também gosto do que faço, então acho legal ter essa interação, trocar uma ideia, mandar uma mensagem. Sempre que é possível, tento responder”

Além disso, o mineiro mostra gratidão ao tênis e acredita que essa relação é uma forma de retribuir um pouco tudo aquilo que o esporte lhe proporcionou:

“O tênis me proporcionou muita coisa boa, eu conheci muitas pessoas pelo tênis, então acho muito bacana essa interação por isso. Eu tenho grandes amizades que começaram assim. A pessoa vai em um torneio, eu encontro em um restaurante, acabo jantando junto e vira um grande amigo. Então, por isso acho legal manter essa interação com a turma. Eles estão ali admirando o que você faz e acho legal bater um papo com eles.”

Além de ser bem sucedido em quadra, o mineiro resolveu voltar a estudar há pouco tempo e agora cursa graduação em Marketing. Sabendo das dificuldades em conciliar a vida acadêmica com o circuito profissional, ele dá o seu conselho para os jovens jogadores.

“Eu recomendo demais estudar. Em uma época da minha vida, fiquei muito na dúvida se jogaria o circuito profissional nos Estados Unidos, mas estava com muita ansiedade para jogar tênis profissional e optei por não fazer a faculdade. Hoje vejo que existe essa possibilidade e recomendo pra todo mundo estudar.”

Mesmo assim, ele sabe que para estudar e jogar, além de toda a rotina de entrevistas e compromissos com patrocinadores, a exigência é grande.

“Eu sei que consigo tirar algumas horas pra estudar todos os dias. Se a gente tiver um pouco de disciplina e ser organizado, a gente consegue. Jogar tênis, poder cursar uma faculdade e ter um diploma futuramente, é válido pra qualquer ser humano. Então recomendo, principalmente para a turma mais nova, que está saindo do colégio. Eu estou no maior perrengue, depois de 13 anos voltando a estudar. Sofri ano passado (risos). O caminho de um profissional é muito árduo e quanto antes você se preparar para um eventual plano B, melhor.”

O mineiro já falou sobre o sonho de ganhar um Grand Slam, mas precisou pensar por alguns segundos quando foi perguntado se escolheria um título de Slam ou ser nº 1 do mundo:

“É difícil. Tenho que pensar um pouquinho aqui (risos). Eu escolheria ser nº 1 do mundo, pois pra ser nº 1, significa que você teve um ano muito bom. Então, mesmo que eu seja nº 1 sem ganhar um Grand Slam, com certeza eu ganhei muitas outras coisas, eu fui muito bem em alguns Grand Slams. E acho que a marca de você poder falar “Eu fui o melhor do mundo” por uma semana que seja, ninguém pode discutir. Acho que isso é uma coisa muito forte. Então, vou ter que votar pelo nº 1 do mundo (risos).

Indagado se pode chegar ao topo nesta temporada, Bruno respondeu:

“Nós estamos correndo atrás, é difícil, é uma coisa meio surreal, mas estamos em constante evolução, a gente vem melhorando a cada ano, a gente acredita nisso, mas se vai acontecer, o tempo dirá. O auge do duplista vem aos 35, 36 anos (ele tem 31 e Alexander Peya tem 33). O nosso auge ainda está por vir”.