Thiago Monteiro embarca para a temporada 2019 com novo patrocínio

Thiago Monteiro embarca nesta segunda-feira para iniciar a temporada 2019 com novo patrocínio, o da SMZTO Holding de Franquias, empresa responsável pela expansão de grandes marcas do franchising brasileiro e pela Espaçolaser, maior rede de depilação a laser do mundo. Thiago viaja para Pune, para disputar o ATP indiano depois de uma inédita pré-temporada em Buenos Aires, ao lado do treinador argentino, Fabian Blengino.

“Para nós é um privilégio apoiar o esporte brasileiro, ainda mais em se tratando de uma carreira tão promissora quanto a de Thiago Monteiro. Esperamos contribuir para seu avanço”, afirma José Carlos Semenzato, fundador da SMZTO.

A escolha do atleta se deu pelo alinhamento de sua postura e princípios com a filosofia da holding. “Responsabilidade, excelência e persistência são valores muito importantes no nosso dia a dia, que queremos propagar em diversos aspectos da sociedade”, completa Semenzato.

Para a Espaçolaser, a parceria com o jogador tem como propósito também a melhor comunicação com o público masculino, que compreende 20% do total de clientes da rede. “Os homens são extremamente estratégicos para o nosso negócio, tanto que acabamos de inaugurar uma unidade exclusiva para atendimento masculino. O Thiago chega para reforçar o diálogo com esse público.”, explicam os sócios fundadores da Espaçolaser, Paulo Morais e Ygor Moura.

Nascido em Fortaleza (CE), o esportista de apenas 24 anos conquistou importantes feitos no esporte, como uma vitória sobre Jo-Wilfried Tsonga, ranking #9 do mundo, em 2016. Thiago também alcançou um incrível resultado no Brasil Open, chegando às quartas de final, que contribuiu para o crescimento de sua popularidade no Brasil. Atualmente é o tenista número um do Brasil e 123o. do ranking mundial.

“É uma satisfação imensa estar ao lado de uma empresa sólida e que vem crescendo cada vez mais como o Espaçolaser. Me dá ainda mais confiança para seguir buscando também crescer como tenista,” disse Thiago, que tem a carreira agenciada pela Linkinfirm do ex-tenista Marcio Torres e também conta com o patrocínio da Angá Asset Management, Joma, Elemídia e Babolat.

O tenista disputa na Índia o primeiro ATP da temporada, depois parte para o qualifying do Australian Open e para os torneios da América do Sul que compreendem os ATPs de Cordoba, Buenos Aires, o Rio Open e o Brasil Open.

Monteiro, Rogerinho, Soares e Melo defendem o Brasil na Davis, contra a Bélgica

O Brasil irá com força total em busca de uma vaga no Grupo Mundial da Copa Davis, contra a Bélgica. A equipe comandada pelo capitão João Zwetsch será formada pelos dois brasileiros mais bem colocados no ranking de simples da ATP, o cearense Thiago Monteiro (123o) e o paulista Rogério Dutra Silva (165o), e terá a forte dupla composta pelos mineiros Bruno Soares (7o) e Marcelo Melo (9o), além do paranaense Thiago Wild (530o), de apenas 18 anos, como quinto jogador.

O confronto será disputado nos dias 1 e 2 de fevereiro de 2019 no saibro do Ginásio Sabiazinho, em Uberlândia-MG. (Clique aqui para adquirir seu ingresso).

“A equipe está bem formada. Rogerinho e Monteiro são os dois jogadores que tiveram os melhores resultados em 2018. A volta do Bruno também é importante para a equipe. O Bruno e o Marcelo são uma das melhores duplas da Copa Davis nos últimos anos, apesar de o Marcelo Demoliner ter demonstrado que pode suprir uma eventual ausência de um dos dois com qualidade. E o Thiago Wild como quinto jogador, de acordo com nosso critério de sempre chamar um garoto na fase de transição, que tenha qualidade e possa jogar eventualmente”, explicou Zwetsch.

O capitão brasileiro acredita em um confronto duro contra os belgas, que devem ter David Goffin, atual 22 do mundo e ex-top 10, na equipe. Mas Zwetsch aposta no fator casa para fazer a diferença. A última vez que o Brasil jogou em casa na Copa Davis foi em 2016, em Belo Horizonte, quando venceu o Equador por 3 a 1.

“A gente prevê um jogo muito difícil contra a Bélgica do Goffin, que vem jogando em um nível muito alto nos últimos anos e consequentemente eleva o nível da equipe. Será um confronto difícil, mas o fator local ainda é importante na Copa Davis. O apoio da torcida, a energia que ela traz para dentro do jogo é muito importante. Temos que aproveitar bem isso. Nossa torcida é sempre forte, nos ajuda muito e tenho certeza que dessa vez será da mesma forma”, destacou.

O número 1 do Brasil, Thiago Monteiro também confia na força do fator local. O tenista, que está em pré-temporada com sua nova equipe na Argentina, está bastante motivado para o confronto contra a Bélgica e tem como uma das metas para 2019 obter um bom resultado na Copa Davis.

“Sem dúvida jogar em casa depois de cinco confrontos fora será uma motivação a mais. Sentir o calor da torcida, aquele clima diferenciado que a Davis proporciona. Estou muito motivado com minha nova equipe fazendo a pré-temporada, pretendo ter um grande ano em 2019 e jogar bem na Davis, ajudando a classificar o Brasil para o Grupo Mundial. Essa é uma meta não apenas minha, mas de toda a equipe”, ressaltou Monteiro.

De volta à equipe, após priorizar seu calendário na ATP em 2018, Rogerinho também está motivado. “Muito legal estar voltando para a Copa Davis, uma das competições que eu mais gosto. Jogar em casa, ainda mais agora que será diferente daqui pra frente. Então, vai ser muito bacana jogar, espero que possamos sair com a vitória em casa e quem sabe jogar o Grupo Mundial”, projetou.

Bruno Soares, que também não jogou os confrontos da Davis em 2018 por questões pessoais – o nascimento do segundo filho –, também está feliz por voltar a representar o Brasil na competição entre países. “Depois de um ano afastado por questões pessoais será legal demais voltar para a equipe. Jogar em casa para classificar nesse formato novo. Muito bacana para o Brasil. Estou muito feliz em ser chamado e ter a confiança do capitão. Expectativa boa demais de jogar em terras mineiras. Muito especial. Espero que eu e Marcelo possamos contribuir com nosso ponto”, afirmou o tenista de Belo Horizonte.

Sétimo jogador que mais defendeu o Brasil em Copa Davis com 21 participações, Marcelo Melo comemorou mais uma convocação. “Estou muito feliz em mais uma vez ser convocado para fazer parte da equipe. Todos sabem a importância que eu dou para a Copa Davis, tenho um orgulho enorme em defender o Brasil”, revelou.

Por fim, o jovem Thiago Wild, que fez uma excelente temporada em 2018, conquistando o inédito título do US Open juvenil para o Brasil, e fazendo bons jogos no profissional, também ficou feliz com a convocação.

“Fazer parte da equipe da Davis é sempre muito interessante, o ambiente é bom e a convivência é legal. Eu já faço parte da equipe da Davis há dois anos, mas como jogador será a segunda vez. Como estou começando agora, acho que aos poucos irei me acostumando com o torneio, com o modo dos jogos e irei ganhando espaço na equipe”, avaliou Wild, que foi convocado pela primeira vez em Santo Domingo e participou do Programa Juniors/Pró da CBT, que dá a oportunidade para jovens tenistas acompanharem os profissionais na Copa Davis e em grandes torneios.

Este será o quarto confronto entre Brasil e Bélgica e a equipe brasileira tentará quebrar o tabu de nunca ter vencido os belgas na Copa Davis. Os europeus venceram os três duelos anteriores, todos em casa, em 1960, em 1993 (quando o Brasil perdeu o mando de quadra) e em 2016.

Caso vença a Bélgica, o Brasil garantirá vaga na fase final da competição, na Espanha, entre os dias 18 e 24 de novembro. Em 2019, a tradicional competição terá novo formato com 18 países disputando o cobiçado troféu em Madri, ao fim da temporada, depois do ATP Finals.

Thiago Monteiro inicia pré-temporada na Argentina e mira top 100 em 2019

O tenista cearense Thiago Monteiro embarcou no começo desta semana para Buenos Aires para iniciar sua pré-temporada visando o ano de 2019. O jogador já está treinando na academia do técnico Fabian Blengino na capital argentina.

“Foi um ano de altos e baixos. Fiz minha primeira semifinal de ATP em Quito e quartas no ATP 500 de Hamburgo. Venci nomes como Gael Monfils, Fernando Verdasco e Gilles Simon, o que me deu muita confiança”, afirmou. “Por outro lado, troquei de centro de treinamento (saiu da Tennis Route, no Rio, para a Argentina) e sempre demora um pouco para adaptar. Engatei com um novo treinador (Fabian Blengino) no meio dos torneios. Agora vamos ter tempo para trabalhar nas coisas necessárias e quem sabe ter um ano mais consistente em 2019”, acrescentou Monteiro.

O cearense começa o ano no ATP de Pune, na Índia, disputa o qualifying do Australian Open e depois joga os torneios da América do Sul. “Quero voltar a disputar a chave principal de um Grand Slam. Fiquei perto na Austrália, e espero entrar direto em Roland Garros. Também gostaria de ganhar um Challenger novamente e voltar ao top 100”, revelou Monteiro.

Pela primeira vez o tenista fará a pré-temporada na Argentina, em que terá a oportunidade de estar próximo do técnico e treinar com os tops argentinos.

Em 2018, brasileiros tiveram grande queda no aproveitamento em partidas contra top-100

Em uma rápida percepção, é possível notar que o tênis masculino brasileiro, pelo menos no que se refere aos simplistas, não vive uma boa fase. Pelo contrário.

Nos últimos anos, o Brasil vem perdendo força não apenas em relação ao ranking ou às conquistas de grandes títulos, mas também no que tange ao aproveitamento em quadra diante de jogadores bem posicionados na lista da ATP.

Fizemos um levantamento do número de vitórias dos brasileiros em partidas contra jogadores do top-100, comparando com anos anteriores, e o que se percebe é um declínio acentuado no número de vitórias dos atletas nacionais contra jogadores desta faixa do ranking que, vale dizer, nem é das mais privilegiadas quando se trata de grandes torneios.

Vale apontar que não foi levado em conta o torneio em disputa, mas sim o ranking do adversário em questão, sendo possível notar que um dos melhores números do Brasil foi em 2015, quando foram conquistadas, no total, 36 vitórias sobre top-100, com a seguinte distribuição e aproveitamento de 36%.

Em 2016, o número de vitórias já começou a cair, apesar do aumento no aproveitamento, para 41%, com destaque ainda para o triunfo de Thiago Monteiro sobre o francês Jo-Wilfried Tsonga, então número 9 do mundo, na primeira rodada do Rio Open, na partida que praticamente apresentou o cearense o mundo. Além disso, também se destaca a vitória de Thomaz Bellucci sobre o belga David Goffin (13º) durante os Jogos Olímpicos.

Já em 2017, os números continuavam piorando, com queda nas vitórias e no aproveitamento, apesar do bom resultado de Bellucci sobre o japonês Kei Nishikori (5º) na estreia do Rio Open e de Rogerinho sobre Monfils no ATP 250 de Umag, além da vitória de Feijão sobre o argentino Horacio Zeballos na estreia do Brasil Open, última vitória do brasileiro sobre um jogador nesta faixa de ranking, até o momento.

Na atual temporada, os números pioraram de vez, com os brasileiros conseguindo um número muito abaixo, impulsionado pela quase ausência de vitórias de Bellucci, que não vem em sua melhor fase, com lesões e uma pausa por doping recentemente. O aproveitamento na temporada? 28%, em apenas 39 jogos disputados contra top-100 em todo ano.

Vale destacar que a única vitória de Bellucci sobre um top-100 em 2018 foi sobre o eslovaco Martin Klizan, no Challenger de Gênova. Pior do que isso, o jogador melhor ranqueado batido por um brasileiro no ano foi o espanhol Fernando Verdasco, superado por Monteiro nas oitavas do ATP 500 de Hamburgo. Mesmo ex-top 10, Verdasco era o 33º do mundo na ocasião.

Também é importante mencionar que não são apenas os números de vitórias e aproveitamento que ficam bem abaixo neste ano, mas também o número de partidas realizadas. Isso aponta para o declínio dos brasileiros no próprio ranking da ATP, já que a faixa do top-100 joga, em boa parte das semanas, torneios ATP’s, enquanto os tenistas do país ficaram nos Challengers em boa parte da temporada.

Pelo 2º ano seguido, Brasil fecha o ano sem um top-100 no ranking de simples da ATP

Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil vai fechar o ano sem um representante no top-100 masculino da ATP.

Neste ano, o melhor brasileiro ficou ainda mais longe em comparação ao ano de 2017, no que se refere à proximidade aos 100 melhores mundo, com Thiago Monteiro ocupando o 123º posto.

Em 2017, Rogerinho fechou o ano na 101ª posição, com Monteiro em 124º. Thomaz Bellucci perdeu muitos postos na comparação entre os dois anos, saindo do 113º lugar em 2017 para o 242º neste ano.

Guilherme Clezar era o 205º há um ano e agora é o 252º, enquanto João Souza fechou 2017 como 246º do mundo e atualmente é o 312º.

Clezar passa pela estreia em Buenos Aires e Orlandinho fura o quali. Monteiro perde

Dois brasileiros estrearam nesta segunda-feira no Challenger de Buenos Aires, na Argentina, que é disputado no saibro.

Thiago Monteiro não se encontrou em quadra e foi facilmente superado pelo argentino Pedro Cachin em sets diretos, com parciais de 6/0 e 6/3. Depois, Guilherme Clezar conseguiu boa vitória sobre o sérvio Milan Zekic por 6/3 e 6/2.

Agora, nas oitavas de final o brasileiro o vencedor da partida entre o argentino Facundo Bagnis e o uruguaio Martin Cuevas.

Também nesta segunda, pela última rodada do quali, Orlando Luz, o Orlandinho, garantiu sua vaga na chave ao bater o local Agustin Velotti por duplo 6/3, enquanto João Pedro Sorgi acabou levando a virada do argentino Federico Coria, com parciais de 2/6 6/4 e 6/1.

Na primeira rodada, Orlandinho jogará contra o argentino Francisco Cerundolo, nº 571 do mundo e convidado pela organização.

Monteiro passa por argentino na estreia em Montevidéu. Wild e Clezar perdem

Dos quatro brasileiros na chave, apenas um saiu com a vitória na primeira rodada do Challenger de Montevidéu, no Uruguai, que é disputado no saibro.

Nesta terça-feira o brasileiro vencedor foi Thiago Monteiro, que passou em sets diretos pelo argentino Facundo Diaz Acosta, com parciais de 6/2 e 7/5, e agora terá pela frente, nas oitavas de final, o convidado local Martin Cuevas.

Também nesta terça, Thiago Wild, que furou o qualifying, foi superado pelo búlgaro Dimitar Kuzmanov, com parciais de 6/2 4/6 e 6/2, enquanto Guilherme Clezar perdeu para o português Pedro Sousa por 6/1 e 6/2.

Na segunda-feira, Thomaz Belluci já havia perdido para o italiano Lorenzo Giustino por duplo 6/3.

Monteiro conta com desistência de chileno e vai às quartas em Lima. Clezar perde

Thiago Monteiro está nas quartas de final do Challenger de Lima, no Peru, que é disputado no saibro.

Nesta quarta-feira, o brasileiro entraria em quadra pra enfrentar o chileno Marcelo Tomas Barrios Vera, que acabou desistindo da partida antes do jogo, dando a vaga nas quartas ao tenista cearense.

Agora, o brasileiro terá pela frente o vencedor da partida entre o equatoriano Emilio Gomez e o argentino Federico Delbonis.

Guilherme Clezar também entrou em quadra pelas oitavas, mas foi superado pelo chileno Christian Garin, em sets diretos, com um duplo 6/3.

Monteiro, Bellucci e Clezar entram em quadra nesta segunda no Challenger de Lima

Três brasileiros estreiam nesta segunda-feira no Challenger de Lima, no Peru, que é disputado no saibro.

Primeiro a entrar em quadra, Guilherme Clezar terá pela frente um amplo favoritismo contra o japonês Kento Tagashira, jogador que não está no ranking da ATP.

Mais tarde, Thiago Monteiro enfrenta o experiente colombiano Santiago Giraldo. Os dois já se enfrentaram três vezes, com duas vitórias do brasileiro.

Fechando a rodada, Thomaz Bellucci entra em quadra diante do dominicano José Hernandez, em confronto que será inédito.

Bellucci, Monteiro e Rogerinho conhecem adversários de estreia em Santo Domingo. Feijão vence no quali

Três brasileiros estão garantidos na chave principal do Challenger de Santo Domingo, na República Dominicana, que é disputado no saibro.

Depois de chegar à semifinal do Challenger de Campinas, quando perdeu para o argentino Federico Delbonis, Thiago Monteiro terá como primeiro adversário o local Jose Hernandez, que já o venceu em dois dos três confrontos anteriores.

Thomaz Bellucci joga na primeira rodada contra o croata Nino Sedarusic, nº 223 do mundo, em confronto que será inédito, enquanto Rogério Dutra Silva, o Rogerinho, terá pela frente o espanhol Mario Vilella Martinez, também em confronto inédito.

João Souza, o Feijão, está no quali, e venceu a primeira rodada contra o argentino Renzo Olivo por 6/4 e 6/2. Neste domingo, já a segunda rodada diante do italiano Ricardo Bellotti.

Foto: João Pires/Fotojump