Bruno Soares já está em Doha para início da temporada 2018

Bruno Soares já está em Doha, no Catar, onde inicia na semana que vem a temporada 2018 do circuito mundial de tênis, ao lado do parceiro britânico Jamie Murray. O mineiro desembarcou no Oriente Médio na noite de sexta-feira e hoje já iniciou os treinamentos para a disputa do ATP 250. Depois de jogar em Doha, Bruno e Jamie disputam um torneio exibição em Adelaíde e de lá seguem para o Australian Open, onde foram campeões em 2016.

“Fiz uma excelente pré-temporada lá na Fly Sports em Belo Horizonte. Foram semanas muito boas em que conseguimos trabalhar bastante. Estou me sentindo super bem fisicamente, pronto para começar mais um ano no circuito e à espera de grandes resultados,” disse Bruno. Dupla que terminou a temporada como número três do mundo este ano e como número um ano passado, temporada em que conquistou dois títulos de Grand Slam (Australian Open e US Open), o mineiro tem metas altas para 2018.  “Os meus grandes objetivos são brigar pelo número um e ir atrás de mais um título de Grand Slam.”

Diferente do que fizeram nos últimos dois anos, Bruno e Jamie Murray jogarão Doha e de lá, em vez do ATP de Sydney, partirão para um torneio exibição em Adelaíde, antes do início do Australian Open. “Lá teremos a certeza de fazer dois jogos lá com duas duplas fortíssimas (os irmãos Bob e Mike Bryan e Henri Kontinen e John Peers). Será um grande teste inicial, além da possibilidade de chegarmos cedo em Melbourne e treinar quase uma semana nas quadras do Australian Open, antes do torneio começar.”

Teliana inicia temporada 2018 treinando na Espanha

A tenista Teliana Pereira está de olho na temporada 2018 do circuito mundial. Depois de alguns meses afastada das quadras, dando um merecido tempo para a mente e para o corpo, ela retomou os treinos em Curitiba e em janeiro viaja para a Espanha, para fazer a pré-temporada na Academia BTT (Barcelona Total Tennis), onde está o brasileiro Leo Azevedo.

“ Vai ser uma nova experiência, uma nova aventura para mim. Vamos passar por um período de experiência em Barcelona, treinar duro e deixar acontecer,” disse Teliana, que confessa ter precisado de um tempo para se recuperar das exigências do circuito profissional de tênis.

“Precisei de um tempo para a mente e para o meu corpo e quando vi que estava pronta, sentindo falta da rotina de atleta, das emoções que só a quadra te proporciona, do tênis em sim, vi que era a hora de pegar a raquete e voltar a treinar,” revelou a brasileira que há 2 anos foi campeã de 2 torneios WTA (Bogotá e Florianópolis) e chegou à 43a posição no ranking mundial, se tornando a 3a. tenista mais bem classificada da história no Brasil, atrás apenas de Maria Esther Bueno e Niege Dias.

Mais madura e casada – com Alexandre Zornig – Teliana voltará a competir sem um objetivo definido de ranking e com uma nova equipe multidisciplinar(FourFisio – Lucas Rafael). O calendário será definido nas próximas semanas.
Mas, independente do ranking – atual é 358o. – e do calendário, o que importa para a pernambucana radicada em Curitiba é que ela está feliz em quadra. “Estou me divertindo e agora vou aproveitar a experiência de tudo o que já passei, tanto em uma volta pós cirúrgica, como no próprio circuito, para tentar chegar lá novamente. Sei que o caminho não será fácil, mas já passei por situações bem mais complicadas.”

Nadal confirma presença em evento exibição com Kyrgios, Zverev e Dimitrov, em janeiro

Rafael Nadal confirmou presença e vai começar sua temporada 2018 no torneio exibição Fast4 Tennis, na Arena Ken Rosewall, em Sydney, na Austrália, no dia 8 de janeiro.

Além do nº 1 do mundo, o evento também terá a presença do local Nick Kyrgios, do alemão Alxexander Zverev e do búlgaro Grigor Dimitrov.

“Nadal é uma superestrela, não apenas do tênis, mas do esporte internacional, e será fantástico recebê-lo de volta à Sydney para jogar o Fast4 Tennis, um formato pioneiro aqui na cidade”, disse  Adam Marshal, ministro do Turismo e Grandes Eventos.

“Nadal completa uma linha de estrelas do evento e não tenho dúvidas de que os fãs irão viajar de longe para ver esses jogadores em ação e experimentar tudo que a cidade tem a oferecer no verão”, complicou Marshall.

Nick Kyrgios foi outro que mostrou animação com o torneio,  que tem um formato inovador, com sets de até 4 games, com tiebreak em caso de empate por 3/3. Além disso, jogam em formato de no-ad e no-let, com a opção para cada jogador de solicitar o Power Play uma vez por set, fazendo com que a jogada fique valendo 2 pontos.

“Jogar esse evento em Sydney foi muito divertido e estou ansioso para jogar de novo. É um pouco diferente do que costuma se enfrentar no circuito, com pontos de muita pressão, o que é divertido para o público, além de rápido e emocionante” disse Kyrgios.

Rio Open, com a Autoridade do Legado Olímpico, lança Núcleo Esportivo no Parque Olímpico

Nesta sexta-feira, dia 15 o Rio Open em parceria com a Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO) fez o lançamento oficial do Núcleo Esportivo Rio Open. Localizado no Parque Olímpico da Barra, o projeto dará vida e utilização contínua ao complexo esportivo de tênis, construído para a Rio 2016. Para marcar a ocasião, crianças dos projetos já apoiados pelo Rio Open jogaram no complexo tenístico, bem como as crianças que integrarão o núcleo. O tenista da Rocinha, Fabiano de Paula também esteve presente, representando a ATP e os jogadores, bem como o Diretor do Rio Open, Luiz Carvalho, e autoridades do esporte.

Na primeira fase, o projeto irá beneficiar em torno de 50 crianças, de 6 a 11 anos,  da escola publica Roberto Burle Marx, da zona oeste do Rio de Janeiro. As aulas acontecerão às terças e quintas e terão início no retorno do ano letivo, em fevereiro.

“O trabalho que o Rio Open faz vai muito além do torneio. A visibilidade que o Rio Open dá para o tênis e a oportunidade para as crianças que jamais imaginavam que teriam uma chance como essa, de jogar em uma quadra olímpica e de estar perto dos maiores nomes do tênis durante o torneio,” disse Fabiano de Paula, que se tornou pai nesta quarta-feira, de um menino, Felipe e agora encontra ainda mais inspiração para entrar para os top 100 do ranking mundial de duplas (134o.). “Há alguns meses decidi fazer esta mudança para as duplas. Agora tenho uma responsabilidade a mais com o meu filho e a chance de estender a minha carreira. O Rio Open é um grande marco no meu ano.”

Desde 2014, quando aconteceu a primeira edição, o Rio Open sempre apoiou projetos sociais e acreditou no poder transformador através do esporte. E, a partir de agora, o torneio não só continuará apoiando projetos (que desde 2017 são 5) como também fará a gestão do Núcleo Esportivo Rio Open

O Núcleo Esportivo Rio Open visa além da iniciação esportiva, a inclusão social através do esporte, a melhora da aptidão física, motora e mental, além de contribuir para a ativação de um legado olímpico. As crianças serão supervisionadas por profissionais capacitados, submetidas a exames médicos e terão alimentação no local. O torneio também fornecerá todo material necessário para a realização das aulas.

Após atingir a idade limite, de 12 anos, as crianças que mais se destacarem serão direcionadas para centros de treinamento no Rio de Janeiro. 

“É um dia muito especial para o Rio Open, lançar um projeto social no Parque Olímpico. Este pilar sempre foi importante para o torneio, desde a 1a. edição. Fazemos questão de ter cada vez mais crianças envolvidas com o esporte,” disse Luiz Carvalho.

Na ocasião foi inaugurada uma placa, com a presença do Ministro do Esporte, Leonardo Picciani, do Secretário Executivo do Ministério do Esporte, Fernando Avelino, do Presidente da AGLO, Paulo Marcio Dias Mello, do CEO da IMM, Alan Adler, da Diretora de Esportes da IMM, Marcia Casz, do Diretor do Rio Open, Luiz Carvalho e do tenista Fabiano de Paula.

Foto: AGIF / Fernando Soutello

Rio Open faz parceria com Autoridade do Legado da Rio 2016 e começa projeto no Parque Olímpico

Na próxima sexta-feira, dia 15, 10h30, o Rio Open em parceria com a Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO) fará o lançamento oficial do Núcleo Esportivo Rio Open. Localizado no Parque Olímpico da Barra, o projeto dará vida e utilização contínua ao complexo esportivo de tênis, construído para a Rio 2016. Para marcar a ocasião, o tenista da Rocinha, Fabiano de Paula, que está próximo a entrar no top 100 de duplas do ranking mundial, baterá uma bola com a garotada.

Na primeira fase, o projeto irá beneficiar em torno de 50 crianças, de 6 a 11 anos,  da escola publica Roberto Burle Marx, da zona oeste do Rio de Janeiro. As aulas acontecerão às terças e quintas e terão início no retorno do ano letivo, em fevereiro.

Desde 2014, quando aconteceu a primeira edição, o Rio Open sempre apoiou projetos sociais e acreditou no poder transformador através do esporte. E, a partir de agora, o torneio não só continuará apoiando projetos (que desde 2017 são 5) como também fará a gestão do Núcleo Esportivo Rio Open

“Desde a primeira edição do Rio Open, assumimos o compromisso de estimular a prática de esportes junto a crianças e jovens de baixa renda. O objetivo é usar o esporte para melhorar a saúde e a educação desses meninos e meninas. A inauguração do Projeto é uma evolução dessa nossa filosofia”, diz Marcia Casz, Diretora de Esportes da IMM e responsável pela organização do Rio Open.

O Núcleo Esportivo Rio Open visa além da iniciação esportiva, a inclusão social através do esporte, a melhora da aptidão física, motora e mental, além de contribuir para a ativação de um legado olímpico. As crianças serão supervisionadas por profissionais capacitados, submetidas a exames médicos e terão alimentação no local. O torneio também fornecerá todo material necessário para a realização das aulas.

Após atingir a idade limite, de 12 anos, as crianças que mais se destacarem serão direcionadas para centros de treinamento no Rio de Janeiro. 

“A gente tem lutado para que os  projetos sociais estejam agregados às ações esportivas das federações e confederações que utilizam os equipamentos geridos pela AGLO. Além disso, apoiamos qualquer iniciativa social voltada ao esporte que beneficie crianças e jovens de comunidades carentes, a exemplo do “Esporte e Cidadania para Todos”, do Ministério do Esporte; e do “Núcleo Esportivo do Rio Open”, que vem para ficar conosco. A expectativa é a melhor possível!”, diz Paulo Márcio Dias Mello, presidente da AGLO.

Depois de 6 anos com Raonic, prêmio de melhor canadense do ano fica com jovem Shapovalov

Depois de seis anos consecutivos, Milos Raonic não foi premiado como melhor jogador de tênis canadense, em 2017.

Dessa vez, a Federação de tênis do país nomeou o jovem Denis Shapolavov como o melhor jogador na atual temporada, depois do maior destaque que conseguiu no ano, principalmente com a semifinal do Masters 1000 de Montreal.

Na ocasião, ele chegou a bater Rafael Nadal e Juan Martin Del Potro. Além disso, também foi destaque sua campanha até as oitavas de final do US Open.

Raonic, apesar de ser o melhor canadense no ranking, na 24ª posição, teve uma temporada difícil, com lesões e sem repetir suas melhores campanhas.

Com o objetivo de entrar pro top 150 em 2017, Shapovalov foi muito além disso e fecha o ano como nº 51, sendo que seu melhor ranking foi o 49º.

“Com muita humildade, sou reconhecido como o jogador masculino do ano da Tennis Canada, e tenho a oportunidade de representar meu país no circuito da ATP e na Copa Davis.”, disse Shapovalov, pra completar com seus objetivos pra 2018: “Definitivamente, quero ganhar um título de ATP e, se tudo correr bem, terminar o ano no top-25” concluiu.

O veterano Daniel Nestor, que deve fazer sua despedida como profissional em 2018, foi premiado como melhor duplista canadense do ano.

Rio Open apresentado pela Claro estreia parceria com Carlos Vergara para cartaz oficial

A inspiração veio do saibro. Nada melhor do que a cor  laranja das quadras do maior torneio de tênis da América do Sul para servir de base para o consagrado Carlos Vergara, artista plástico com mais de 50 anos de carreira, criar a arte da quinta edição do Rio Open 2018, que será disputado de 19 a 25 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro.

É a primeira vez que o renomado artista produziu a arte do cartaz, uma atração à parte nos principais torneios do Circuito Mundial de Tênis. Sempre com artistas em sua criação, a arte também dará vida a todos os produtos oficiais do torneio. Para a edição 2018, Vergara usou como base uma pintura com saibro e especularita (variedade de mineral com intenso brilho metálico) sobre lona crua.

“Eu queria uma imagem à altura do torneio e da sua relevância. Que de cara fosse possível identificar o tênis. Por isso usei o saibro. Eu também adoro o “Desafio”, quando conferem se a bola foi dentro ou fora, então procurei retratá-lo. Sem falar que a quadra é abençoada pelo Cristo Redentor, então ele precisava estar presente. Com as sombras e as marcas na rede busquei a realidade da modalidade“, comentou.

Além dos mais de 50 anos dedicados às artes plásticas no Brasil e no mundo, Carlos Vergara também possui forte identificação com o esporte. Ele foi atleta de vôlei na década de 60, quando competia pelo Fluminense e chegou a jogar fora do Brasil também. Porém, o amor pela arte bateu mais forte.

 “Posso dizer que os dois esportes mais difíceis para mim são: tênis e vôlei, pela rapidez de decisão que você tem que tomar em ação. Felizmente, na pintura  eu posso fazer as “jogadas” com mais calma.  Parto de uma ideia e vou testando , experimentando elementos  até chegar no que eu ache que combina com a proposta da arte, neste caso com Rio Open. Não queria fazer simplesmente um retrato de um tenista dando uma raquetada, mas sim que algo que realmente conversasse com o torneio . Ter um evento deste porte no Rio Janeiro é maravilhoso . A cidade merece”, completou.

Vale ressaltar que o Rio Open é o primeiro ATP World Tour 500 da história do Brasil e integra o seleto grupo de 13 torneios denominados ATP 500 em 2018, sendo um dos 22 mais importantes do calendário da ATP. Isso o credencia como o maior evento esportivo anual do Rio de Janeiro e um dos únicos torneios ATP 500 de saibro no mundo.

Djokovic anuncia Stepanek como novo membro de sua equipe pra 2018

Novak Djokovic, que não joga desde as quartas de final, confirmou, nesta quinta-feira, que Radek Stepanek fará parte de sua equipe na próxima temporada.

O sérvio usou o Instagram pra fazer o anúncio, através de uma live, interagindo com os fãs e sendo bem humorado pra revelar a parceria com o tcheco de 39 anos, que já foi nº8 do mundo no ranking de simples e nº 4 no de duplas.

No circuito, Djokovic e Stepanek se enfrentaram 14 vezes, com 13 vitórias do ex-nº 1 do mundo. O único triunfo do agora ex-jogador ocorreu no ATP de Roterdã, em 2006.

Além de Stepanek, vale destacar que o sérvio, que vai voltar a jogar no torneio exibição de Mubadala, em dezembro, ainda terá em sua equipe o norte-americano Andre Agassi, que o acompanhará nos principais torneios do ano.

Mais uma conquista de Yannick Noah

Maior personalidade da França no esporte e na música por muitos anos seguidos, último campeão de Roland Garros (em 1983), Yannick Noah estava um pouco afastado do esporte quando resolveu assumir o cargo de capitão da Copa Davis, novamente, em 2016. Jogava algumas exibições – inclusive veio ao Rio em 2012 jogar no Jockey Club Brasileiro -, manteve o seu projeto Fete le Mur, espalhando o tênis pela França, mas queria mais é saber de tocar (e olha que ele chegou a levar 80.000 pessoas ao Stade de France), suas músicas ficaram no hit parade por semanas seguidas e aproveitar a vida e a família.

Mas, ao ver a França perder para a Suíça de Roger Federer, no mesmo estádio de Lille, onde hoje conquistou a sua 10a saladeira, Yannick Noah não se conteve.

Criticou os jogadores, criticou a estrutura criada em volta e criticou o então capitão Arnaud Clement, ex-jogador e mais amigo dos tenistas que um líder do time.

Se colocou `a disposição da Federação Francesa para fazer a equipe ganhar a Davis. Seu antecessor e sucessor – quando ele deixou o posto pela primeira vez depois das conquistas de 1991 e 1996 – chegou a vencer a Taça em 2001, diante da Austrália, mas com o passar do tempo já não tinha tanta influência sobre os jogadores.

Noah reclamou do buzz midiático em volta da equipe exagerado; criticou a falta de entrega dos jogadores que pareciam não estar lá e colocou como missão mostrar os valores da Davis para os tenistas.

Foi difícil no começo. Essa geração, que nunca havia ganhado a Davis até hoje diante da Bélgica, nem venceu Grand Slam, vem sendo considerada há mais de década como a melhor era de jogadores franceses. Tsonga, Monfils, Gasquet, Simon, os mosqueteiros modernos, mais o jovem Pouille, Herbert, Mahut, Bennetteau, estavam todos vendo o tempo passar.

Noah msotrou a todos que o tempo estava voando e não estava passando. Precisavam mudar de atitude rapidamente.

No começo não foi fácil. Teve desavenças com alguns jogadores. Chamou Pioline para trabalhar ao seu lado e foi com as suas convicções para o circuito.

Aos poucos foi mostrando seu estilo de trabalhar e convencendo jogadores da importância de jogar aqueles confrontos na Ásia, ou em outro tipo de piso no meio da temporada, logo depois de um Grand Slam.

Com isso foi unindo a equipe e os egos foram diminuindo. Hoje todos se tornaram heróis, graças ao maior herói da Franca, Yannick Noah. (link para um outro texto que escrevi sobre ele, para conhecer mais do mito).

A história improvável de Noah, que foi descoberto por Arthur Ashe – detalhes deste encontro são relatados no livro do Richard Evans, The Roving Eya – em um tour pela África, nos Camarões, continua.

Diana Gabanyi

Bruno e Murray e Marcelo e Kubot estreiam nesta 2a. no ATP Finals

As duas duplas brasileiras que disputam o ATP Finals em Londres, a de Bruno Soares e Jamie Murray e a de Marcelo Melo e Lukasz Kubot estreiam nesta segunda-feira no ATP Finals.

Bruno disputa a competição pela quarta vez na carreira e pela segunda vez ao lado de Murray. Eles estreiam contra a dupla dos irmãos Bob e Mike Bryan.

“Estamos bem adaptados, treinando bem nos últimos dias e prontos para a batalha,” disse Bruno. “Aqui só estão as melhores duplas do ano. Estamos em um grupo duríssimo e vamos pra cima. É um torneio muito especial, um privilégio participar do Finals e temos que aproveitar.”

No formato de jogos do ATP Finals, as oito duplas são divididas em dois grupos e todos se enfrentam para decidir o primeiro o segundo colocado, que se classificam para as semifinais. Além de Soares/Murray e os Bryans, o grupo é formado por Marcelo Melo e Lukasz Kubot e Ivan Dodig e Marcel Granollers.

No ano passado, o brasileiro e o britânico passaram invictos pela fase round robin e perderam na semifinal.

Nesta temporada, os melhores resultados da dupla foram os títulos em Acapulco, Queen’s e Stuttgart e os vice-campeonatos em Sidney, Cincinnati e Toquio.

Melo e o polonês Lukasz Kubot abrem a rodada da tarde na segunda.  Dupla líder do ranking mundial, Melo e Kubot jogam na capital inglesa como cabeças de chave número 1. Eles estreiam contra os mesmos adversários que derrotaram no domingo (5), para conquistar o título do Masters 1000 de Paris: o croata Ivan Dodig e o espanhol Marcel Granollers.

Após o título em Paris, Melo reassumiu a primeira colocação no ranking mundial individual de duplas, seguido por Kubot. Ele soma 8.510 pontos no ranking, mesma pontuação do polonês, mas está na ponta por ter disputado um torneio a menos. Juntos, no ranking de duplas, eles lideram com 8.600 pontos, contra 7.330 da parceria segunda colocada, o finlandês Henri Kontinen e o australiano John Peers.

Melo disputa o ATP Finals desde 2013. Nos anos anteriores, seu parceiro foi o croata Ivan Dodig, adversário na estreia desta edição. Com Dodig, foi finalista uma vez (2014) e duas vezes esteve nas semifinais (2015 e 2013). No ano passado, eles perderam na fase de grupos.

“Eu acredito que os grupos ficaram bem equilibrados. É um dos anos mais equilibrados, dos últimos que venho jogando. Vamos ter já uma partida dura na primeira rodada. Acabamos de jogar com eles lá em Paris. Mas aqui no Finals acho que todos os jogos são bem difíceis. Estamos muito bem preparados, vamos ter mais uns dias de treino, e agora é seguir com toda a confiança possível. Sabemos, logicamente, muito bem como enfrentá-los. Importante é manter a calma, o equilíbrio e tentar jogar da melhor maneira, usando toda a confiança dos resultados que tivemos ultimamente”, afirma Melo

 

Diana Gabanyi